Iluminismo e práxis: redescobrindo práticas pouco visíveis

Eduardo Guerreiro Brito Losso

Resumo


Se fôssemos encarar a velha questão “O que é o esclarecimento” hoje, com a pretensão de responder ou não, não escaparíamos do exercício habitual de separar o que, no Iluminismo, foi ultrapassado ou derrotado, e o que é não só atual, mas inevitavelmente necessário para qualquer esforço em prol da liberdade. Minha contribuição será, neste artigo, de questionar, de certo modo, a importância demasiada dada a um tipo de teoria da práxis que advém precisamente do séc. XVIII – privilegiando a ação política e balanço de conjunturas globais – e o esquecimento de outros tipos de prática menos visíveis. Pretendo buscar ampliar essa noção com outras esferas de ação micropolíticas, que desenvolvem a prática de si. Ainda que se encontre uma tendência prometedora para valorizá-la, o campo da prática de si permanece indevidamente menosprezado e carece de mais reflexão.

Palavras-chave


Iluminismo, teoria, práxis, liberdade, ascese

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DOI: https://doi.org/10.19134/eutomia-v1i24p108%20-%20117



 

Qualis (CAPES): B1 (Quadriênio 2013-2016)

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