ESTIMATIVA DA BIOMASSA, ABUNDÂNCIA, DENSIDADE E BIOVOLUME DO ZOOPLÂNCTON ESTUARINO E MARINHO TROPICAL ATRAVÉS DE ANÁLISE DE IMAGEM

Nathália Lins SILVA, Simone Maria de Albuquerque LIRA, Ralf SCHWAMBORN

Resumo


A biomassa, biovolume e estrutura da comunidade zooplanctônica do estuário do Rio Formoso e da Baía de Tamandaré foram estudadas durante junho e agosto de 2013. Estas informações permitem um maior conhecimento das interações ecológicas e os aspectos relevantes das populações que consistem a comunidade zooplanctônica nas áreas estudadas. As amostras foram coletas usando duas redes de plâncton (malhas de 200 e 300 µm) através de arrastos subsuper-ficiais horizontais com duração de 5 minutos. Em laboratório, foi obtido o peso úmido de cada amostra (n=24 amostras). Para quantificar o biovolume dos grupos taxonômicos das foi utilizado o equipa-

mento ZooScan, sistema óptico desenvolvido para detectar e mensurar a distribuição de tamanhos de partículas do zooplâncton. Copépodes, decápodes e apendiculárias formaram os grupos mais
abundantes. Valores mais elevados e biomassa úmida total, densidade total
e biovolume total ocorreram no ambiente estuarino em relação ao ambiente marinho e na rede com abertura de malha de 200 micrometros em relação a malha de 300. Os resultados também demons-traram a existência de uma relação linear entre os valores de biomassa e os de biovolume. Este estudo mostra a viabilidade do ZooScan para o estudo das comunidades do zooplâncton estuarino tropical e costeiro.

Palavras-chave: Zooscan, peso úmido, Rio Formoso, Baía de Tamandaré.


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DOI: https://doi.org/10.5914/tropocean.v44i2.8294

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