Avaliação da resistência à flexão de três resinas compostas de uso laboratorial / Evaluation of the flexure resistance of three laboratory composite resins
Autores
Rodrigo Othávio de Assunção e Souza
UNESP
Alfredo Mikail Melo Mesquita
UNESP
Carlos Augusto Pavanelli
UNESP
Renato S. Nishioka
UNESP
Marco Antônio Bottino
UNESP
Palavras-chave:
Materiais dentários, Resinas compostas, Resistência à fratura
Resumo
O objetivo do presente trabalho foi avaliar a resistência à flexão de três novas resinas compostas de uso laboratorial, sendo uma resina de micropartícula (VITA VMLC/VITA Zahnfabrik, Alemanha) e duas microhíbridas (Resilab/WILCOS, Brasil e Sinfony/3M ESPE, Estados Unidos). Para tanto, com o auxílio de uma matriz de teflon, foram confeccionados 10 corpos-de-prova nas dimensões de 25 x 2 x 2 mm (norma ISO 4049) de cada marca comercial, seguindo as orientações dos fabricantes. As amostras foram armazenadas em água destilada a 37° C durante 24 horas, em seguida submetidas ao teste mecânico de resistência à flexão de três pontos em uma máquina de ensaio universal EMIC (Modelo DL – 1000, São José dos Pinhais - PR - Brasil), à velocidade de 0,8mm/min. Os dados obtidos (Mpa) foram submetidos ao teste de Tukey (p<0,05). As médias e os desvios padrões foram respectivamente: VITA VMLC (147,39±27,87), Sinfony (177,11±45,38) e Resilab (199,53±29,94). Frente aos resultados obtidos, é lícito afirmar que a resina indireta Sinfony não diferiu estatisticamente das outras duas resinas testadas e que Resilab obteve uma resistência à flexão significativamente maior que VITA VMLC.