CPOD da população de campo redondo, Itamonte, MG / DMFT in individuals in campo redondo,Iitamonte, MG
Autores
José Roberto Cortelli
Universidade de Taubaté
Sheila Cavalca Cortelli
Universidade de Taubaté
Lucilene Hernandes Ricardo
Universidade de Taubaté
Jussara Cia Sanches Loberto
Universidade de Taubaté
Davi Romeiro Aquino
Universidade de Taubaté
Débora Pallos
Universidade de Taubaté
Palavras-chave:
CPOD, Prevalência, Cuidados dentais, Consumo de açúcar, Água fluoretada
Resumo
O objetivo deste estudo foi avaliar o índice ceo/CPOD numa população sem acesso à programas preventivos de saúde bucal. O CPOD foi avaliado no posto de saúde local, adaptado em suas instalações para a realização do estudo. Duzentos e cinqüenta e dois indivíduos (139 do gênero feminino e 113 do gênero masculino) foram avaliados. De acordo com a renda per capita do Brasil, a população estudada apresentava nível sócio econômico baixo, exposição insuficiente de flúor extrínseco e elevado consumo médio de açúcar (216 gr/dia). Vinte e dois por cento dos indivíduos examinados relataram escovar os dentes em média 3 vezes por semana, 67% uma vez ao dia e 11% duas vezes ao dia. O índice CPOD por grupo foi 6,3 ± 5,4 para o grupo A (1 a 5 anos de idade), 8,3 ± 4,4 no grupo B (6 a 12 anos de idade), 13,6 ± 5,1 no grupo C (13 a 18 anos de idade), 22,6 ± 5,5 no grupo D (19 a 34 anos de idade), 27,1 ± 3,3 no grupo E (35 a 44 anos de idade) e 27,8 ± 1,4 no grupo F (³45 anos de idade). De acordo com os resultados observados os autores concluíram que nível sócio econômico baixo, ausência de programas preventivos de saúde bucal, reduzida exposição ao flúor e alto consumo de açúcar contribuíram para os elevados índices CPOD observados nesta população.