FRATURAS DE ORBITA: SINAIS E SINTOMAS BASEABOS NAS ESTRUTURAS ANATOMICAS ENVOLVIDAS

Autores

  • Ricardo Kuhnen
  • Flávio Silva
  • Ademar Scortegagna
  • Ricardo Cabral

Palavras-chave:

Fratura de órbita, enoftalmia, diplopia

Resumo

Dentre os inúmeros fatores etiológicos dos traumas faciais (brigas, acidentes esportivos, ferimentos por armas de fogo - FAFs, etc), podemos referir os casos de acidentes automobilísticos, nos quais as lesões faciais e oculares decorrem do choque da face contra o pára-brisa ou painel, sendo que a grande parte dessas lesões poderiam ter sido evitadas com o simples uso do cinto de segurança. As fraturas de órbita podem ser do tipo “blow-out” ou “blow-in” , que significam a explosão do assoalho para o interior do seio maxilar ou para dentro da própria cavidade orbital. Este tipo de fratura não é das mais freqüentes, porém de importante diagnóstico e tratamento pela sua relação com o globo ocular. Podendo ocorrer epistaxe ipsilateral. O paciente pode vir a apresentar eno ou exoftalmia, diplopia, distúrbios sensoriais, até cegueira por lesão traumática (amaurose), em virtude de trauma sobre o nervo óptico ou canal óptico.

Biografia do Autor

Ricardo Kuhnen

M.Sc. em Ciências pela FMUSP e especialista em CTBMF pela UMESP.   Professor de Anestesiologia, Cirurgia Bucal e Traumatologia da Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL/SC

Flávio Silva

M.Sc. e Especialista em CTBMF pela UFPEL, Doutorando em CTBMF, PUC. RS. Professor de Anestesiologia, Cirurgia Bucal e Traumatologia da Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL/SC

Ademar Scortegagna

M.Sc. e Especialista em CTBMF pela PUC-RS, Doutorando em CTBMF, PUC-RS.

Ricardo Cabral

Aluno da graduação do 6o semestre de Odontologia da Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL/SC.

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Publicado

2009-07-02

Edição

Seção

Revisão de Literatura