HIPERPLASIA GENGIVAL MEDICAMENTOSA ATIPICA RELACIONADA AO USO DA FENITOÍNA – RELATO DE CASO

Autores

  • Felipe Bravo
  • Sérgio Martorelli
  • Fernando Martorelli
  • Érica Von Sösthen
  • Júlia Melo
  • Adelaide Cristina

Palavras-chave:

Hiperplasia Gengival, Biopsia, Fenitoína

Resumo

A Fenitoína é a droga de primeira linha para o tratamento de muitas formas de epilepsia, tanto pela sua boa eficácia quanto pelo seu custo acessível. Seu uso, no entanto, não é isento de efeitos adversos, sendo um dos mais comuns a hiperplasia gengival. Este trabalho apresenta um caso clínico de uma paciente portadora de epilepsia e usuária da Fenitoína que apresentava crescimento gengival há 5 anos, de forma atípica pela localização e aspecto clínico. Após exames auxiliares, realizou-se biópsia excisional das lesões, sendo as amostras histologicamente compatíveis com fibroma, confirmando o diagnóstico de Hiperplasia Dilantínica. Não houve recidiva após dois anos de acompanhamento. O cirurgião-dentista deve estar atento a pacientes que fazem uso de medicações indutoras de hiperplasia gengival, realizando o acompanhamento através do controle de placa, raspagens e instruções de higiene oral. Nos casos de hiperplasias exuberantes, torna-se imprescindível sua remoção cirúrgica.

Publicado

2008-09-13

Edição

Seção

Relato de Caso