Associação da técnica do ART e o papacárie em crianças com medo/Association of the art and papacarie approaches in the dental treatment of frightened children
Autores
Sérgio d' Avila
Universidade Estadual da Paraíba - UEPB
Pedro Esau Macedo Machado
Universidade Estadual da Paraíba
Luciana de Barros Correia Fontes
Universidade Estadual da Paraíba
Alessandro Leite Cavalcanti
Universidade Estadual da Paraíba
Sônia Maria Luna Maciel
Universidade Estadual da Paraíba
Ana Flávia Granville-Garcia
Universidade Estadual da Paraíba
Palavras-chave:
Odontopediatria, Medo de dentista, Cárie dentária
Resumo
Objetivamos associação da Técnica de Restauração Atraumática (ART) e do gel “papacárie” em crianças que têm medo e dificultam o atendimento odontológico. Foram atendidas 15 crianças de 3 a 5 anos, as quais apresentavam cárie dentária em molares decíduos e que não respondiam aos atendimentos odontológicos convencionais. Realizou-se uma pesquisa com abordagem quanti-qualitativa, através de entrevistas gravadas e de um questionário com perguntas semi-estruturadas, direcionadas aos responsáveis sobre sua saúde e a dos seus filhos. Usou-se o critério de exaustão ou saturação, para determinar o tamanho da amostra. Após as entrevistas, foi realizada a adequação do meio bucal, a remoção do tecido cariado, a aplicação ART e a restauração com ionômero de vidro. Em relação aos responsáveis, 80% estudaram em escola publica; 86,7% não concluíram o Ensino Médio; 66,7% consideraram a saúde bucal dos filhos boa e 77,3% apresentavam algum medo de ir ao dentista. Sobre os problemas apresentados pelas crianças, 47,0% reclamaram de dor de dente. A maioria 73,3% escova os dentes 2 vezes ao dia. Diante das falas captadas, observamos que as crianças vêm ao dentista, porque apresentam dor; em outros casos, os pais observam a necessidade de tratamento. Dos 98 molares avaliados, 20,4% apresentavam processo carioso classe I. Sobre a ocorrência de cárie, os 2ºs molares decíduos apresentaram-se com 60% dos casos, sendo a mandíbula o local de maior ocorrência (65%). Observamos uma boa aceitação por parte dos pacientes em relação a essa técnica, pois não há a sintomatologia de dor nem de ansiedade frente ao tratamento.
Biografia do Autor
Sérgio d' Avila, Universidade Estadual da Paraíba - UEPB
Professor doutor do Departamento de Odontologia - Doutor em em saude coletiva
Pedro Esau Macedo Machado, Universidade Estadual da Paraíba
Departamento de odontologia - UEPB
Luciana de Barros Correia Fontes, Universidade Estadual da Paraíba
Professor doutor do Departamento de Odontologia
Alessandro Leite Cavalcanti, Universidade Estadual da Paraíba
Professor doutor do Departamento de Odontologia
Sônia Maria Luna Maciel, Universidade Estadual da Paraíba
Professor doutor do Departamento de Odontologia
Ana Flávia Granville-Garcia, Universidade Estadual da Paraíba