É papel do Cirurgião-Dentista estabelecer um correto diagnóstico e, em seguida, planejar, para obter um ótimo resultado na confecção de uma prótese parcial removível. Ao verificar um laboratório de prótese dentária, observa-se que a absoluta maioria dos modelos não apresenta planejamento ou qualquer preparo de boca, desenho ou delineamento. O presente trabalho se refere a uma pesquisa realizada na cidade de Feira de Santana – Bahia, onde a proposta foi verificar os modelos encaminhados aos laboratórios de prótese dentária de Feira de Santana e discutir esta relação com a grande quantidade de insucessos ocorridos em reabilitações orais com esse tipo de prótese.
Biografia do Autor
Mario Cezar Oliveira, Universidade Estadual de Feira de Santana
Prof. Assistente da área de prótese dentária da UEFS / Mestre em Odontologia Clínica pela FBDC
Alex Correia Vieira, UFBA
Professor substituto da área de Clínica Odontológica da UFBA; Mestre em Odontologia pela FBDC
Lydia Brito Santos, UEFS
e Doutora em Prótese Dentária pela USP – São Paulo Professora adjunta da disciplina Clínica Integrada da UEFS
Viviane Maia Oliveira, FBDC
Mestre e Doutora em Prótese Dentária pela UNICAMP Professora adjunta da disciplina Prótese Total da FBDC
Nelia Medeiros Sampaio, UEFS
Professora auxiliar da disciplina Clínica Odontológica IV da UEFS