Os materiais reembasadores proporcionam estabilidade e retenção às próteses totais e absorvem parte da energia gerada durante a mastigação e a distribuem aos tecidos de suporte diminuindo o impacto sobre a mucosa de revestimento. Este trabalho tem como objetivo avaliar a presença de microrganismos orais na superfície de materiais reembasadores, com e sem a aplicação do glaze. Os corpos de prova foram distribuídos em quatro grupos: G1-Soft Confort sem glaze, G2-Soft Confort com glaze, G3-Soft Confort Denso sem glaze, G4-Soft Confort Denso com glaze. Colônias de Streptococcus spp e Lactobacillus spp foram cultivadas formando uma suspensão bacteriana de aproximadamente 106 UFC/ml onde os corpos de prova foram imersos. As placas de petri com ágar foram incubadas a 37ºC por 24 horas para posterior contagem de bactérias mesófilas aeróbias e anaeróbias facultativas. As médias de unidades formadoras de colônias (UFC/mL) encontradas foram: 3,5 UFC/mL para o G1; 2,3 UFC/mL para o G2; 6,1 UFC/mL para o G3; 2,8 UFC/mL para o G4. Concluiu-se que os materiais reembasadores com glaze obtiveram menor acúmulo de microrganismos orais.
Biografia do Autor
Frederico dos Reis Goyatá, USS
Prof. de Dentística e Prótese-Departamento de odontologia Restauradora.
Paula Aparecida Monfardini, USS
Acadêmica do Curso de Odontologia
Rachel Ferreira Bello, USS
Acadêmica do Curso de Odontologia
Natália Guedes Ferreira, USS
Acadêmica do Curso de Odontologia
Thales Guedes Ferreira, USS
Acadêmica do Curso de Biologia
Shana de Mattos Coelho, USS
Professora Doutora de Microbiologia dos Cursos de Odontologia e Biologia