Avaliação do conhecimento dos alunos do curso de odontologia sobre a reabsorção radicular relacionada ao tratamento ortodôntico.
Autores
Kátia Simone Alves dos Santos
Universidade Estadual da Paraíba
Luiz Henrique Cardoso de Souza
Universidade Estadual da Paraíba
Lívia Natália Sales Brito
Universidade Estadual da Paraíba
Gianna Espínola Moura
Universidade Estadual da Paraíba
Darlene Cristina Ramos Eloy Dantas
Universidade Estadual da Paraíba
Palavras-chave:
Endodontia, Ortodontia, Reabsorção Radicular.
Resumo
O estudo objetivou a avaliação do conhecimento dos acadêmicos de Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba-UEPB, frente às reabsorções radiculares durante o tratamento ortodôntico, analisando as opiniões deste evento sob o aspecto endodôntico, especialmente no que se refere ao momento do diagnóstico e a conduta profissional. Para isso, avaliou-se 56 alunos matriculados no quinto ano do curso, através da aplicação de um questionário composto por cinco questões objetivas. Os resultados mostraram que 89,2% dos pesquisados julgaram ser possível diagnosticar as reabsorções no exame inicial e planejamento ortodôntico. Para 75% dos acadêmicos, sendo diagnosticada a reabsorção durante o planejamento inicial, deve-se encaminhar o caso para um endodontista solicitando parecer. Quanto ao surgimento da reabsorção durante a movimentação ortodôntica, 42,8% dos acadêmicos acreditaram que o profissional deve encaminhar o caso à um endodontista solicitando avaliação. Em dentes que apresentaram reabsorção e foram submetidos ao tratamento endodôntico, 73,2% disseram que deve-se diminuir a força sobre os mesmos e 26,8% acharam mais prudente não aplicar força sobre os elementos. Quanto a proservação de dentes reabsorvidos durante o tratamento ortodôntico, 55,4% acharam que deve haver acompanhamento por seis meses pós-tratamento, 19,6% acham que consultas regulares devem ocorrer até 1(hum) ano e 25% pensam que 2(dois) anos seria ideal. Diante dos resultados, concluiu-se que, para a maioria dos acadêmicos, o diagnóstico das reabsorções antes da mecanoterapia ortodôntica faz-se necessário como meio de prevenção, e ainda, que o ortodontista deve manter uma conduta interdisciplinar com endodontistas, para prevenção ou intervenção nas reabsorções diagnosticadas.
Biografia do Autor
Kátia Simone Alves dos Santos, Universidade Estadual da Paraíba
Professora Doutor-A da Disciplina de Endodontia da Universidade Estadual da Paraíba- UEPB
Luiz Henrique Cardoso de Souza, Universidade Estadual da Paraíba
Cirurgião-Dentista graduado pela Universidade Estadual da Paraíba –UEPB
Lívia Natália Sales Brito, Universidade Estadual da Paraíba
Acadêmica do curso de Odontologia pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB
Gianna Espínola Moura, Universidade Estadual da Paraíba
Cirurgiã-Dentista graduada pela Universidade Estadual da Paraíba –UEPB
Darlene Cristina Ramos Eloy Dantas, Universidade Estadual da Paraíba
Professora Doutor-A da Disciplina de Dentística da Universidade Estadual da Paraíba