A partir do desenvolvimento do monômero de Bisfenol A-glicidilmetacrilato (Bis-GMA) sintetizado em 1956 pelo Dr. Rafael Bowen, surgiram as primeiras resinas compostas que vêm sendo aprimoradas com o intuito de melhorar cada vez mais seu desempenho clínico. As resinas compostas são utilizadas amplamente nos dias atuais como o primeiro material de escolha nas restaurações diretas, especialmente devido à necessidade estética pleiteada pelos pacientes. A busca incessante por materiais com propriedades físico-químicas cada vez melhores, fez com que atualmente exista um grande número de resinas compostas no mercado odontológico, dificultando a seleção do material por parte do profissional para as diversas situações clínicas encontradas. O presente trabalho teve como objetivo realizar uma revisão literária sobre as principais características das resinas compostas, assim como também suas indicações e limitações, no intuito de facilitar a correta seleção nas diversas situações clínicas e proporcionar uma melhor qualidade estética e funcional das restaurações.
Biografia do Autor
Paulo Melo Correia, UFPE
Mestrando em Clínica pela Universidade Federal de Pernambuco Integrada
Randerson Cardoso Menezes, UFPE
Mestrando em Clínica Integrada pela UFPE
Bruno Magalhães Gama, UFPE
Mestrando em Clínica Integrada da Universidade Federal de Pernambuco
Renata Guimarães Pedrosa, UFPE
Doutoranda em Clínica Integrada da Universidade Federal de Pernambuco
Cláudio Vicente Heliomar, UFPE
Professor Adjunto da Universidade Federal de Pernambuco
Lúcia Carneiro de Souza Beatrice, UFPE
Professora Associada da Universidade Federal de Pernambuco