Perspectivas de Política Científica e Tecnológica para a Cooperação Governo- Universidade- Empresa: Diferenças e Possibilidades

Dany Flávio Tonelli, André Luiz Zambalde, Luana de Fátima Almeida, Matheus Almeida Marquesini

Resumo


O objetivo é discutir acerca do papel que deve ser exercido por governos, universidades e empresas e as políticas de ciência e tecnologia (PCT). Duas perspectivas de PCT são consideradas: o ponto de vista mais crítico latino-americano e a linha de ação mais adotada, conhecida como corrente dominante. Busca-se compreensão menos polarizada acerca do assunto. Utilizou-se revisão de literatura como metodologia. Observou-se que, na perspectiva latino-americana, o Governo é centralizador, uma vez que ele é o dirigente do processo de inovação tecnológica, adquirindo assim, posição de destaque em relação às universidades e às empresas. Já na corrente dominante, valoriza-se a relação menos verticalizada entre governos, universidades e empresas, uma vez que se considera o Governo como insuficiente para gerar desenvolvimento de modo eficaz e rápido, o que demanda maior interação com as demais instituições integrantes dos sistemas de inovação. As considerações levaram ao entendimento de que: (i) os governos podem orientar e dirigir de modo descentralizado sem perder sua capacidade de intervir quando necessário; (ii) as universidades podem proporcionar cooperação com o mercado sem afetar sua autonomia e (iii) as empresas podem ser mais ativas na construção das políticas públicas e, dessa forma, contribuir melhor para o desenvolvimento socioeconômico.

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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO: B4; CIÊNCIAS AMBIENTAIS: B5; COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO: B5; ECONOMIA: B5; INTERDISCIPLINAR: B5; SOCIOLOGIA: B4. 

 

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