O Desejo de Fotografias: Bayard e seu autorretrato de mentiras e bronze de verão

Camila Leite de Araújo

Resumo


Este artigo objetiva uma reflexão sobre a fotografia a partir de seus desejos motivadores, assumindo alguns riscos que envolvem seu evento, como uma inflexão histórica complexa entre sujeito, poder e conhecimento. Um começo, que uma vez já foi pensado como fixo e dependente, é agora revelado como um campo problemático de mutáveis diferenças históricas. Pretende-se associar os desejos de fotografias a uma vontade por imagens poéticas, memórias, documentação e imaginação, os quais integram o mesmo processo criador. Fundamentamos a discussão a partir da metáfora de um autorretrato do sujeito moderno, o de Hippolyte Bayard, a partir do qual a imagem fotográfica passou a oferecer um talento especial para a narrativa dos pequenos e grandes fatos da vida cotidiana e um poder construtivo sobre o mundo.

Palavras-chave


fotografia; evento fotográfico; autorretrato; criação

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