v. 17, n. 3 (2019)

DOI: https://doi.org/10.34176/icone.v17i3

Transitando entre diferentes programas de pós-graduação das áreas de Comunicação, Estudos Literários, Ciências Sociais e Artes, os estudos brasileiros sobre os temas do horror e do insólito ficcionais têm crescido continuamente na última década. Eventos acadêmicos como a Mostra Fantástica de Literatura e Cinema (Monstra), realizada desde 2016 pelo Programa de Pós-Graduação de Estudos Literários da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), e o Congresso Internacional Vertentes de Estudos do Insólito Ficcional (Civif), promovido pelo Instituto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em parceria com a Universidade de Coimbra, desde 2013, vêm prosperando no Brasil. Do mesmo modo, eventos não acadêmicos — como a feira Grotesc_O_Vision, realizada anualmente em Curitiba, e festivais como o Fantaspoa, promovido anualmente em Porto Alegre, desde 2007 — atraem público crescente, incentivando tanto a reflexão crítica quanto o refinamento conceitual da produção cultural.

Sumário

Abertura

Laura Canépa
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247-249

Dossiê

Rodrigo Carreiro
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251-269
Alcebiades Diniz Miguel
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270-282
Lucio Reis Filho
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283-301
Yuri Garcia
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302-318
Fernanda Sales Rocha Santos, Cecília Antakly de Mello
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319-334
Maria Zilda Cunha
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335-347
Igor Carrastan Noboa, Marcos Antonio da Silva
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348-364
Tiago José Lemos Monteiro
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365-379
Giovani Pagliusi Lobato e Moura, Marcelo Briseno Marques de Melo
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380-395
Rogério Ferraraz, Gabriel Perrone
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396-414