ENCOSTAS URBANAS COMO UNIDADES DE GESTÃO E PLANEJAMENTO, A PARTIR DO ESTUDO DE ÁREAS A SUDOESTE DA CIDADE DO RECIFE - PE

Autores

  • Osvaldo Girão Universidade Federal de Pernambuco
  • Antonio Carlos de Barros Corrêa
  • Antonio José Teixeira Guerra

Resumo

O planejamento urbano voltado para apropriação de novos espaços, e mesmo a reorganização dos já ocupados, faz-se de grande utilidade para a implementação de formas de ocupação viáveis do ponto de vista da manutenção do equilíbrio ambiental físico sobre o perímetro de expansão das cidades. Para tanto, a geomorfologia do sítio urbano deve constituir-se em um dos principais fatores na orientação do processo de ocupação. Desta forma, a grande demanda por espaços nas cidades, e a conseqüente falta de planejamento e organização para novas ocupações por parte do poder público, justifica a premente necessidade por estudos de cunho geomorfológicos dentro do cenário urbano. O entendimento das características morfológicas e dos processos morfogenéticos, além de análises acerca da vulnerabilidade das áreas urbanas face aos eventos naturais (disritmias pluviométricas, enchentes, deslizamentos etc.) constitui-se em subsídio fundamental à compreensão da dinâmica dos componentes do sistema ambiental físico de um espaço urbano. A caracterização e avaliação dos processos subaéreos em áreas de encostas revestem-se, assim, de grande importância ao delineamento de políticas de ocupação nas áreas de expansão urbana, tendo na compreensão dos processos morfodinâmicos e suas interações com outros fatores influenciadores do equilíbrio dinâmico ambiental, um relevante aspecto para o planejamento do uso do solo urbano e mitigação de situações indesejáveis já instaladas.

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Publicado

20.01.2010

Como Citar

Girão, O., Corrêa, A. C. de B., & Guerra, A. J. T. (2010). ENCOSTAS URBANAS COMO UNIDADES DE GESTÃO E PLANEJAMENTO, A PARTIR DO ESTUDO DE ÁREAS A SUDOESTE DA CIDADE DO RECIFE - PE. Revista De Geografia, 24(3), 239–267. Recuperado de https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistageografia/article/view/228730

Edição

Seção

Geografia Física