A proposta do sujeito afro-periférico por meio do rap e do hip hop: uma leitura por meio da Identidade e da Diáspora.

Engel R. Lima, Hasani E. Santos

Resumo


O presente artigo se dispõe a discutir a proposta do hip hop e do rap de agenciar um “novo humanismo” do sujeito “afro-periférico”, pautado na crítica à ontologia da modernidade e na crítica do sujeito Iluminista. Para isso nos fundamentaremos no modo com que as questões da constituição identitária (inscritas nos corpos e nas experiências dos e das jovens afrodescendentes) aparecem nas pesquisas contemporâneas sobre o rap e o hip hop; e nos pautaremos na produção de discursos de representantes e artistas do movimento hip hop no Brasil. Articularemos essas questões com os regimes de representação que tecem os discursos históricos, tão caros ao que concebemos como modernidade. O recurso metodológico utilizado será as contribuições de autores dos Estudos Culturais e autores e autoras do Pós-colonialismo, enfatizando os regimes de representação, a rede discursiva que nos esculpe e nos marca; e a cultura como campo político e campo em disputa.


Palavras-chave


Sociologia; Diáspora; Identitade; Hip hop; Rap

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