Percepção ambiental quanto a qualidade da água utilizada na vila histórica de Caraíva, Porto Seguro – BA

Joscélia Monteiro Santos de Brito, Gabriela Narezi, Paulo Dimas Rocha de Menezes, Rodrigo Antonio Ceschini Sussmann, Jaílson Santos de Novais, Emilly da Silva Farias, Raquel Viana Quinelato, Allison Gonçalves Silva

Resumo


O saneamento ambiental é instrumento essencial para a manutenção da qualidade ambiental, bem-estar e saúde humana. O estudo da percepção ambiental pode fornecer instrumentos para superar impasses relacionados a essa temática, pois proporciona uma tomada de consciência das problemáticas ligadas ao ambiente vivido. Deste modo, o objetivo desse trabalho foi analisar a percepção ambiental dos moradores da vila histórica de Caraíva, Porto Seguro-BA quanto a qualidade da água utilizada, impactos na saúde, responsabilidades e expectativas para melhorias, na perspectiva de contribuir com informações que possam subsidiar ações que propiciem melhores condições de vida para a população local. Para isso, foram realizadas 77 entrevistas através de roteiro estruturado com questões abertas e fechadas e observações em campo entre novembro de 2019 e março de 2020. Os dados qualitativos foram interpretados e analisados através da técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). Com auxílio do software estatístico RStudio, os dados foram submetidos ao teste qui-quadrado para verificar se há relação de dependência entre variáveis sociodemográficas e resultados qualitativos. Foi constatado que a população depende acentuadamente da água dos poços rasos individuais, sendo esta fonte mais utilizada que a encanada da rede pública. A insegurança quanto a qualidade da água reflete na alta adesão por água mineral envasada. A escolaridade foi um fator de maior peso quanto a percepção de que água imprópria possa colocar a saúde em risco. Os entrevistados reconhecem a responsabilidade do poder público tanto para a manutenção dos serviços de fornecimento da água, quanto pela conservação da sua qualidade.


Palavras-chave


Gestão de Recursos Hídricos; Saúde Ambiental; Impactos Ambientais; Saneamento Ambiental.

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DOI: https://doi.org/10.26848/rbgf.v14.1.p%25p

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