Adaptation Of the exudate pH Test for seeds of Astronium urundeuva (M.Allemão) Engl.

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.03.p1664-1676

Palavras-chave:

Myracrodruon urundeuva, qualidade fisiológica, testes rápidos, vigor, sementes florestais

Resumo

The need for rapid tests to evaluate the vigor of forest seeds for conservation and species multiplication purposes is increasingly significant. This study aimed to adapt the exudate pH test for the evaluation of Astronium urundeuva seeds, commonly known as "aroeira-do-sertão." The study was conducted at the Forest Seed Analysis Laboratory of the Forestry Science Department, Federal Rural University of Pernambuco (UFRPE), using five seed lots. The initial characterization of the lots included the following tests: moisture content, thousand-seed weight, first germination count, germination speed index and germination percentage. Three seed quantities (25, 30, and 40 seeds per lot), three volumes of deionized water (50, 75, and 100 mL), and four evaluation periods (3, 6, 12, and 24 hours) were tested, totaling 36 treatments. A completely randomized design (CRD) in a triple factorial scheme (seed number × water volume × time) with four replicates per lot was applied. Data were subjected to analysis of variance (ANOVA), and mean comparisons were conducted using Tukey’s test (p ≤ 0.05) through the Rbio program. The results demonstrated that the exudate pH test is efficient for evaluating the vigor of A. urundeuva seeds. The most suitable methodology involved 50 mL of distilled water, 12 hours of imbibition, and 30 seeds. These approaches are efficient and require reduced amounts of water, time, and seeds while providing reliable results.

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Biografia do Autor

Carlos Luiz, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Carlos Luiz da Silva é Engenheiro Florestal formado pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL, 2023), mestre em Ciências Florestais (2025) e atualmente doutorando em Ciências Florestais na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Brasil. Desenvolve pesquisas em melhoramento genético florestal, fisiologia de sementes e silvicultura, com ênfase em espécies nativas como Astronium urundeuva, Mimosa caesalpiniifolia e Psidium cattleyanum. Possui artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais e experiência em estudos de biodiversidade, restauração florestal e técnicas de propagação. Atua como revisor de periódicos internacionais na área de ciências florestais e vegetais, recebeu prêmios de mérito acadêmico e é coautor de um programa de computador registrado na área de botânica.

Marcone Moreira Santos, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Marcone Moreira Santos é Engenheiro Florestal pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM, 2012), mestre em Ciência Florestal pela UFVJM (2014) e doutor em Ciência Florestal pela Universidade Federal de Viçosa (UFV, 2018), com ênfase em silvicultura, fisiologia e propagação de sementes. Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Ciência Florestal da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), onde também integra o Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais. Desde 2021, exerce a função de Diretor do Departamento de Ciência Florestal da UFRPE. Suas áreas de atuação abrangem fisiologia de sementes florestais, silvicultura e melhoramento genético de espécies florestais. Possui artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais, capítulos de livros e atua como revisor de diversos periódicos científicos na área de ciências agrárias e biológicas.

Raquel Maria de Oliveira Pires, Universidade Federal de Lavras

Raquel Maria de Oliveira Pires é Engenheira Agrônoma pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM, 2011), mestre em Agronomia/Fitotecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV, 2013) e doutora em Agronomia/Fitotecnia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA, 2018), tendo realizado doutorado sanduíche na Iowa State University (ISU), EUA. Também realizou pós-doutorado em ciência de sementes na UFLA. Atualmente, é Professora Adjunta do Departamento de Agricultura da UFLA, atuando como docente do Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia. É responsável técnica pelo Laboratório de Análise de Sementes da UFLA e exerce a função de vice-presidente da Comissão de Sementes e Mudas de Minas Gerais. Suas principais áreas de atuação são qualidade e fisiologia de sementes e análise de imagens aplicada à avaliação de sementes. Possui artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais e ampla experiência em ensino, pesquisa e extensão na área de ciência de sementes.

Eliane Cristina Sampaio de Freitas, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Eliane Cristina Sampaio de Freitas é Engenheira Florestal pela Universidade Federal de Viçosa (UFV, 2011), mestre (2013) e doutora (2017) em Ciência Florestal pela mesma instituição, com ênfase em Silvicultura. Atualmente é Professora Adjunta do Departamento de Ciência Florestal da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), onde leciona disciplinas nos cursos de Engenharia Florestal e Agroecologia. Suas principais áreas de atuação incluem viveiros florestais, propagação e produção de mudas, sistemas agroflorestais, práticas silviculturais, nutrição e fertilização de espécies florestais. Coordena e participa de projetos de pesquisa, ensino e extensão voltados à produção de mudas e à restauração florestal, além de possuir artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais na área de ciências florestais.

Moema Barbosa de Sousa, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Moema Barbosa de Sousa é Engenheira Florestal pela Universidade Federal do Piauí (UFPI, 2018), mestre em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE, 2021) e atualmente doutoranda em Ciências Florestais na UFRPE. Integra os grupos de pesquisa “Melhoramento e Propagação Florestal (Propagar)” e “Northeast Ecology and Management Research Group (NorEMa)”. Suas áreas de pesquisa abrangem fisiologia de sementes florestais, melhoramento genético, propagação, adubação e nutrição de espécies florestais nativas e exóticas, tanto em viveiros quanto em campo. Possui experiência em projetos de restauração florestal, práticas silviculturais e conservação da biodiversidade. É autora e coautora de artigos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais e atua como revisora de periódicos internacionais nas áreas de ciências florestais e agrárias

Erika Rayra Lima Nonato, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Erika Rayra Lima Nonato é Engenheira Florestal (2020) e Mestre em Ciências Florestais (2022) pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Atualmente, é doutoranda em Ciências Florestais na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), com estágio sanduíche na Universidad de Huelva, Espanha. Integra os grupos de pesquisa “Melhoramento e Propagação Florestal (Propagar)” e “Silvicultura de Espécies Nativas e Exóticas”. Atua nas áreas de sementes florestais, silvicultura, genética e melhoramento florestal, fisiologia vegetal, solos, nutrição florestal e restauração. Possui experiência em técnicas de viveiros florestais, reflorestamento e projetos de restauração ecológica, além de atividades de ensino como monitora e professora estagiária. É autora e coautora de artigos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais e revisora de periódicos internacionais nas áreas de ciências florestais e agrárias.

Paulo César da Silva Santos, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Paulo César da Silva Santos é Engenheiro Florestal pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA, 2019), mestre (2021) e doutor (2025) em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), com ênfase em silvicultura, genética e melhoramento florestal. Atua em pesquisas sobre diversidade genética, tolerância de sementes a estresses abióticos, silvicultura clonal, genética quantitativa e propagação vegetativa. Possui artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais, capítulos de livros e atua como revisor de revistas como Forests, Trees and Livelihoods e Current Agriculture Research Journal. Também lecionou disciplinas no curso de Agronomia, incluindo Fisiologia Vegetal e Silvicultura Geral. Seus principais interesses de pesquisa abrangem melhoramento genético florestal, fisiologia de sementes e manejo sustentável de espécies florestais nativas

Gabriel Alves de Lima, UFPE

Engenheiro Civil graduado pela Universidade de Pernambuco (UPE) e mestre em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Especialista em Geoprocessamento pela Faculdade Unyleya, doutorando em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Pernambuc

Ricardo Gallo, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Ricardo Gallo é Engenheiro Florestal pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT, 2011), mestre (2014) e doutor (2018) em Ciência Florestal pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), com experiência em silvicultura clonal, biotecnologia e genética quantitativa. Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), onde atua também como Vice-Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais e Coordenador do Laboratório de Análise de Sementes Florestais. Foi Coordenador do curso de Engenharia Florestal (2022–2024). Suas linhas de pesquisa envolvem melhoramento genético florestal, propagação vegetativa, silvicultura clonal e diversidade genética de espécies nativas e exóticas. É autor de artigos científicos em periódicos nacionais e internacionais, capítulos de livros e atua como Editor Associado da Revista Brasileira de Ciências Agrárias, além de revisor de periódicos internacionais como Rhizosphere, Cerne, Industrial Crops and Products e Frontiers in Plant Science

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Publicado

2026-07-16

Como Citar

Luiz, C., Moreira Santos, M., de Oliveira Pires, R. M., Sampaio de Freitas, E. C., Barbosa de Sousa, M., Lima Nonato, E. R., … Gallo, R. (2026). Adaptation Of the exudate pH Test for seeds of Astronium urundeuva (M.Allemão) Engl. Revista Brasileira De Geografia Física, 19(03), 1664–1676. https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.03.p1664-1676

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