Conflitos de uso da terra e passivo ambiental na Bacia Hidrográfica do Córrego da Piraputanga em Cáceres-Mato Grosso, Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.03.p1322-1339

Palavras-chave:

código florestal brasileiro, geotecnologias, áreas de preservação permanente, conservação ambiental, recursos hídricos

Resumo

A Bacia Hidrográfica do Córrego da Piraputanga (BHCP), localizada no município de Cáceres, Mato Grosso, possui potencial ambiental e econômico que podem contribuir no desenvolvimento turístico e da agricultura familiar. O objetivo da pesquisa é analisar os conflitos de uso da terra e passivo ambiental existentes à luz do Código Florestal vigente. Na metodologia foram usados Sistema de Informação Geográfica, imagens de satélite CBERS 4A e as geradas por Veículo Aéreo Não Tripulado para elaboração de mapas e análises morfométricas; Sistema de Posicionamento Global e câmera fotográfica nos trabalhos de campo para validação dos dados gerados. Na BHCP  26,28% das APPs são ocupadas por pastagens, constituindo o principal conflito de uso da terra, e identificou-se um passivo ambiental de 1,85 km² na Área de Preservação Permanente. As análises morfométricas indicaram baixa densidade de drenagem, fator que torna a bacia mais propensa à erosão. Há necessidade de recomposição das áreas com passivo ambiental, observando as disposições do Código Florestal vigente, por meio de recomposição da vegetação nativa e/ou cercamento das APPs; bem como implementação de sistemas agroflorestais por se mostrarem vantajosos para recuperação das áreas degradadas e auxiliarem na melhora da infiltração e retenção de água  no solo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Sandra Mara Alves da Silva Neves, UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

Possui licenciatura plena e bacharelado em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1993), mestrado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1999) na área de concentração Planejamento Ambiental, doutorado em Ciências (Geografia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006), na área de concentração Gestão e Planejamento Ambiental e estágios de pós-doutorado em Geografia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2016) e em Ecologia de Paisagem na Universidad Complutense de Madrid (2017). Atualmente é professora adjunta da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, lotada no Campus Jane Vanini, na cidade de Cáceres/MT e docente permanente nos Programas de pós-graduação stricto sensu em Geografia e Ciências Ambientais (Mestrado e Doutorado) da UNEMAT, sediados em Cáceres/MT. Coordenadora do Programa de pós-graduação stricto sensu em Geografia - PPGGeo Unemat. Atua principalmente nos seguintes temas: Geotecnologias aplicadas a detecção de mudanças na cobertura vegetal e uso da terra, Planejamento Ambiental, Paisagem e estudos interdisciplinares com aplicação de Geotecnologias

Ernandes Sobreira Oliveira Junior, UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

Possui graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado de Mato Grosso (2007), mestrado em Ecologia e Conservação da Biodiversidade pela Universidade Federal de Mato Grosso (2010) e doutorado em Ciência pela Radboud University / Nijmegen, Holanda (2018), onde investigou o impacto de modificadores ecossistêmicos nos fluxos de gases de efeito estufa. Atualmente, desenvolve pesquisas nas regiões do Pantanal, Cerrado e Amazônia, focando na dinâmica das águas, gases de efeito estufa e mudanças climáticas. Também conduz projetos interdisciplinares que exploram as interações entre ar e água e seus impactos na saúde humana. Tem atuado fortemente em Extensão Universitária e Divulgação Científica, conectando as áreas de meio ambiente, tecnologias, educação, ensino e indígenas. Tem experiência em Ecologia, Limnologia e Transformação Ecossistêmica, promovendo a inserção social por meio da pós-graduação. 

Edinéia Aparecida dos Santos Galvanin, Universidade Estadual Paulista

Professora Associada (Livre-Docente) pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) com pesquisa dedicada à solução de problemas ambientais complexos através da aplicação avançada de Geotecnologias e Modelagem Estatística. Com sólida formação em Ciências Cartográficas (Mestrado e Doutorado) e Geoprocessamento (Livre-Docência), lidera o Grupo de Pesquisa em Geotecnologias Aplicadas aos Estudos Ambientais (GPGAEA), investigando as interações entre uso da terra, recursos hídricos e biodiversidade. Sua trajetória é marcada por forte internacionalização (Pesquisadora Fulbright nos EUA, Pós-Doutorado em Portugal) e engajamento ativo na interface academia-sociedade, atuando como membro do Comitê da Bacia Hidrográfica do Paranapanema (CBH-MP) e contribuindo para a comunidade científica como membro do corpo de revisores (Reviewer Board) de periódicos de alto impacto, como o Remote Sensing.

Jesã Pereira Kreitlow, UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

Graduado em Licenciatura Plena em Geografia pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) e membro do Grupo de Pesquisas SERPEGEO/UNEMAT. Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Ambiente e Sistemas de Produção Agrícola, Universidade do Estado de Mato Grosso/UNEMAT, Tangará da Serra, MT. Doutorando pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais, Universidade do Estado de Mato Grosso/UNEMAT, Cáceres, MT. Atua principalmente nos seguintes temas: Geotecnologias, Bacia Hidrográfica, Sensoriamento Remoto, Ensino de Geografia, Zoneamento Ambiental e Meio Ambiente.Piloto de Drones Código SARPAS: XPRH 

Referências

Almeida, R. F. B.; Bayer, M.; Ferreira Júnior, L. G. (2016). Compartimentação morfométrica da bacia do Rio Coco como subsídio a análise de fragilidade ambiental. Revista Mercator, n. 4, p. 83-94. Disponível: https://doi.org/10.4215/RM2016.1504.0006. Acesso: 02 fev. 2024.

Borges, L. A. C.; Rezende, J. L. (2011). Áreas protegidas no interior das propriedades rurais: a questão das APP e RL. Floresta e Ambiente, n. 2, p. 210-222. Disponível: https://doi.org/10.4322/floram.2011.040. Acesso: 04 jan. 2024.

BRASIL. Decreto nº 23.793, de 23 de janeiro de 1934. Aprova o Código Florestal. In: Coleção de Leis do Brasil de 31/12/1934 – v. 3, p. 519, vol. 1. Disponível: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1930-1939/decreto-23793-23-janeiro-1934-498279-publicacaooriginal-78167-pe.html. Acessso: 02 dez. 2024.

BRASIL. Lei n.º 4.771, de 15 de setembro de 1965. Institui o código florestal. Brasília, DF: Diário Oficial da União, 16 set. 1965. Seção 1, p. 9529. BRASIL. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4771-15-setembro-1965-369026-publicacaooriginal-1-pl.html. Acesso: 03 nov. 2024.

BRASIL. Lei n° 12.651 de 25 de maio de 2012. Dispõe sobre a proteção da vegetação nativa; altera as leis nos 6.938, de 31 de agosto de 1981, 9.393, de 19 de dezembro de 1996, e 11.428, de 22 de dezembro de 2006; revoga as leis nos 4.771, de 15 de setembro de 1965, e 7.754, de 14 de abril de 1989, e a medida provisória no 2.166-67, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2012. Disponível: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm. Acesso: 03 nov. 2024.

BRASIL. Lei nº 7.803 de 18 de julho de 1989. Altera a redação da Lei nº 4.771 de 15 de setembro de 1965, e revoga as Leis nº 6.535 de 15 de junho de 1978, e 7.511, de 7 de julho de 1986. Brasília: Presidência da República, 1989. Disponível: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7803.htm. Acesso: 16 nov. 2024.

Câmara, G.; Souza, R. C. M.; Freitas, U. M.; Garrido, J.; It Mitsuo, F. Dpi (1996). Image Processing Division; INPE, National Institute for Space Research. Integrating remote sensing and GIS by object-oriented data modeling. Computers & Graphics, n. 3, p. 395 – 403.

Capoane, V.; Silva, D. A.; Guimarães, T. O.; Fushimi, M. (2022). Caracterização geoambiental da bacia hidrográfica do Córrego Pombal e avaliação do potencial geoturistíco da comunidade quilombola Furnas do Dionísio, Jaraguari – MS. Revista Brasileira de Geografia Física, n. 1, p. 68-91. Disponível: DOI: https://doi.org/10.26848/rbgf.v15.1.p068-091. Acesso: 10 jun. 2024.

Castro, M. N.; Castro, R. M.; Souza, P. C. (2013). A importância da mata ciliar no contexto da conservação do solo. Revista Uniaraguaia, n. 4, p. 230-241. Disponível: https://sipe.uniaraguaia.edu.br/index.php/Revistauniaraguaia/article/view/172. Acesso: 07 abr. 2024.

Cegielska, K.; Różycka-Czas, R.; Gorzelany, J.; Olczak, B (2025). Land use and land cover conflict risk assessment model: Social and spatial impact of suburbanization. Landscap and Urban Planning, v. 257. Disponível em: DOI 10.1016/j.landurbplan.2025.105302. Acesso em: 20 mai. 2026.

Chaves, E. S.; Medeiros, R. B. (2024). Methodological proposal for landscape management in the Formoso river basin, MS/Brazil. Entorno Geográfico, n. 13330. Disponível em: DOI10.25100/eg.v0i27.13330. Acesso em: 20 mai. 2026.

Christofoletti, A. (1978). A morfologia de bacias de drenagem. Notícias Geomorfológicas, n. 36, p. 130-2.

Christofoletti, A., Geomorfologia. São Paulo: Edgard Blücher Ltda (1980).

Correa, M. P. (2008). Influência da radiação solar na regeneração natural de mata Atlântica. 2008. 48 p. Monografia (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica. Disponível: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/2755. Acesso: 16 fev. 2024.

Costa, E. S.; Carvalho, E. M.; Leite, E. F. (2024). Análise do índice de disseção do relevo, hipsometria e declividade do município de Aquidauna – MS. Geogronter, v. 10, p. 1-16. Disponível: https://doi.org/10.61389/geofronter.v10.7760. Acesso: 02 set. 2024.

Costa, V. M.; Gavioli, F. R.; Alves-dos-Santos, H. L. R.; Oliveira, C. D. C.; Molin, P. G. Conservation and restoration of riparian zones: impacts of legal and land use changes. Perspectives in Ecology and Conservation, v. 24, p. 182-190. Disponível em: https://doi-org.ez181.periodicos.capes.gov.br/10.1016/j.pecon.2026.02.003. Acesso em: 20 mai. 2026.

Esri. Environmental Systems Research Institute. Arcgis Advanced: Realease 10.8. Redlands: Esri (2020).

Esri. Environmental Systems Research Institute. How Aspect Works. Redlands: Esri (2024). Disponível em: https://doc.esri.com/en/arcgis-pro/latest/tool-reference/spatial-analyst/how-aspect-works.html. Acesso em: Acesso: 24 nov. 2024.

Franco, A. C. V; Dal Santo, M. A. (2015). Contribuição da morfometria para o estudo das inundações na Sub-bacia do Rio Luís Alves/SC. Mercator, n. 3, p. 151-167. Disponível: https://www.scielo.br/j/mercator/a/LrLnmX9GcQTHmbwM7ZZ6cwq/?format=html&lang=pt. Acesso: 14 jun. 2024.

GerbeR, D.; Pertille, C. T.; Vieira, F. S.; Corrêa, B. J. S.; Souza, C. F; 2018. Caracterização morfométrica da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí – Santa Catarina. Acta Biológica Catarinense, n. 1, p. 72-83. Disponível: . https://doi.org/10.21726/abc.v5i1.290. Acesso: 17 jul. 2024.

Gouveia, R. G. L.; Silva, J. S. V.; Galvanin, E. A. S.; Neves, S. M. A. S (2015). Análise do passivo ambiental em áreas de preservação permanente e reserva legal na bacia hidrográfica do rio Queima-Pé/MT. Ciência e Natura, v. 37, n. 4, p. 422-432. Disponível: http://dx.doi.org/105902/2179460X16487. Acesso: 19 out. 2024.

Horton, R. E. (1945). Erosional development of streams and their drainage basins: Hydrographical approach to quantitative morphology. Bulletin Geological Society of America, n.2, p. 275-370. Disponível: 10.1130/0016- https://pubs.geoscienceworld.org/gsa/gsabulletin/article-abstract/56/3/275/4075/EROSIONAL-DEVELOPMENT-OF-STREAMS-AND-THEIR?redirectedFrom=fulltext. Acesso: 12 ago. 2024.

Inpe. Instituto Nacional De Pesquisas Espaciais. Câmeras Imageadoras Cbers 04A. São José Dos Campos/Sp: Inpe (2023).

Junior, V. T. M. M.; França, L. C. J.; Brianezi, D.; Romero, F. M. B.; Milagre, J. C.; Mendes, L. J.; Marques, R. O.; Oliveira, L. F. D.; Lara, D. S.; Brandt, A. C.; Stefanel, C. M.; Zanuncio, A. J. V.; Rocha, S. J. S. Da; Alcántara-De La Cruz, R.; Jacovine, L. A. G (2024). Monitoring of areas in conflict with the Legislation for the Protection of Native Vegetation in Brazil: opportunity for large-scale forest restoration and for the Brazilian global agenda. Enviromental Monitoring and Assessment, n. 113, v. 196. Disponível em: DOI10.1007/s10661-024-13295-6. Acesso: 20 mai. 2026.

Kraeski, A.; Almeida, F. T.; Carvalho, T. M.; Souza, A. P (2023). Identification of land use conflicts in Permanent Preservation Area in a Brazilian Amazon sub-basin. Revista Sociedade e Natureza, n. 35, p. 1-16. Disponível: https://doi.org/10.14393/SN-v35-2023-65724. Acesso: 24 nov. 2024.

Lana, C. E.; Alves, G. M. P. Castro, P. T. A. (2001). Análise geomorfométrica da bacia do Rio do Tanque (MG), Brasil. Revista Escola de Minas, n. 2, p. 121-126. Disponível: https://doi.org/10.1590/S0370-44672001000200008. Acesso: 07 ago. 2024.

Leal, M. S; Tonello, K. C. (2016). Análise da morfometria e do uso e cobertura da terra da microbacia do córrego Ipaneminha de baixo, Sorocaba, SP. Floresta, n. 4, p. 439-446. Disponível: https://doi.org/10.5380/rf.v46i4.45809. Acesso: 6 out. 2024.

Lee, D. R; Salle, G. T. (1970). A method of measuring shape. Geographical Review, v. 60, n. 4, p. 555-563. Disponível em: https://doi.org/10.2307/213774. Acesso: 29 jul. 2024.

Lins, C. F.; Moreira, S. N.; Leitão, T. F. S.; Almeida, A. N. (2022). Código Florestal Brasileiro: 1965-2012, da ditadura à democracia. Revista Foco, n. 06, p. 01-27. Disponível: https://doi.org/10.54751/revistafoco.v15n6-019. Acesso: 29 jul. 2024.

Machado, G.; Souza, J. O. P. Análise morfométrica da bacia hidrográfica do Rio Chôco – Ibaiti – PR. In: X Encontro de Geógrafos da América Latina, 2005, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 2005, p. 8366-8382.

Mascarenhas, L. M. A.; Ferreira, M. E.; Ferreira L. G. (2009). Sensoriamento remoto como instrumento de controle e proteção ambiental: análise da cobertura vegetal remanescente na bacia do rio Araguaia. Revista Sociedade e Natureza, v. 21, n. 1, p. 5-18. Disponível: https://doi.org/10.1590/S1982-45132009000100001. Acesso: 19 out. 2024.

Miller, V. C. A. (1953). Quantitative geomorphic study of drainage basin characteristic in the Clinch Mountain area. Columbia University, v. 3, p. 271-300.

Neves, S. M. A. S.; Kreitlow, J. P.; Silva, J. S. V.; Miranda, M. R. S.; Vendramini, W. J. (2017). Pressão antrópica na paisagem de Mirassol D’Oeste/MT, Brasil: subsídios para o planejamento ambiental municipal. Revista Ciência Geográfica, n. 21, p. 141-155. Disponível: https://www.agbbauru.org.br/publicacoes/revista/anoXXI_1/agb_xxi_1_versao_internet/Revista_AGB_JanDez2017-11.pdf. Acesso: 15 set. 2024.

Neves, S. M. A. S.; Nunes, M. C. M.; Neves, R. J. (2011). Caracterização das condições climáticas de Cáceres/MT - Brasil, no período de 1971 a 2009: subsídios às atividades agropecuárias e turísticas municipais. Boletim Goiano de Geografia, n. 2, p. 55- 68. Disponível: https://doi.org/10.5216/bgg.v31i2.16845. Acesso: 17 set. 2024.

Neves, S. M. A. S.; Kreitlow, J. P.; Miranda, M. R. S.; Galvanin, E. A. S.; Silva, J. S. V.; Cruz, C. B. M.; Vicens, R. S. (2019). Dynamics and Environmental State of Vegetable Coverage and Land Use in Landscape Regions of the Southwestern Portion of the Brazilian State of Mato Grosso. Ra’ega, n. 3, p. 155-175. Disponível: https://doi.org/10.5380/raega.v46i3.67139. Acesso 20 set. 2024.

Novaes, J. C. Perímetro Do Círculo: Veja Como Calcular! Matemática Básica (2024). Disponível em: https://matematicabasica.net/perimetro-do-circulo/. Acesso em 14 nov. 2024.

Paiva, S. L. P.; Kreitlow, J. P.; Lima, L. P. De A.; Paulo, S. R.; Neves, S. M. A. S.; Gaio, D. C. (2024). Variação da temperatura superficial na Bacia Hidrográfica do Córrego Piraputanga/MT, Brasil. Revista Brasileira de Geografia Física, n. 2, p. 914-930. Disponível: https://doi.org/10.26848/rbgf.v17.2.p914-930. Acesso: 19 jul. 2024.

Périco, E.; Cemin, G.; Arend, U.; Rempel, C.; ECKHARDT, R. R. Análise fisiográfica da bacia hidrográfica do rio Foguete, RS. In XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto – SBSR, 2011, Curitiba. Anais... Curitiba: INPE, 2011, p. 1200-1207.

Pinto, V. R.; Pierangeli, M. A. P.; Souza, C. A.; Neves, S. M. A. S; Silva, C. J. (2018). Morfometria da Bacia Hidrográfica do Rio Sararé, Sudoeste de Mato Grosso. Revista Brasileira de Geografia Física, n. 5, p. 1721–1731. Disponível: https://doi.org/10.26848/rbgf.v11.5.p1721-1731 . Acesso: 21 nov. 2024.

Pinto, V.G.; Lima, R. N. S.; Ribeiro, C. B. M.; Machado, P. J. O. (2014). Diagnóstico físico-ambiental como subsídio a identificação de áreas vulneráveis à erosão na bacia hidrográfica do Ribeirão do Espírito Santo, Juiz de Fora (MG), Brasil. Rev. Ambiente e Água, n. 4, p. 632-646. Disponível: https://doi.org/10.4136/ambi-agua.1416. Acesso: 18 dez. 2024.

Pissarra, T. C. T.; Rodrigues, F. M.; Politano, W.; Galbiatti, J. A. (2010). Morfometria de microbacias do Córrego Rico, afluente do Rio Mogi-Guaçu, Estado de São Paulo, Brasil. Revista Árvore, n. 4, p. 669-676. Disponível: https://doi.org/10.1590/S0100-67622010000400011. Acesso em 15 dez. 2024.

RAmalho Filho, A.; Beek, K. L., 1995 Sistema de avaliação da aptidão agrícola das terras. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 1995. Disponível: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/330132. Acesso: 11 jun. 2024.

Ramos, A. W. P.; Luz, C. C. S.; Neves, S. M. A.S; Freitas, L. E; Neves, L. F. S. (2018). Análise da capacidade e conflito de uso da terra na Bacia Hidrográfica do Córrego da Piraputanga-MT, Brasil. Caderno de Geografia, n. 55, p. 812-827. Disponível: https://doi.org/10.5752/P.2318-2962.2018v28n55p812-827. Acesso: 17 set. 2024.

Reis Neto, A. F.; Silva, L. J. A.; Araújo, M. S. B. (2016). Relatório de Passivo Ambiental: Estudo de Caso à Luz da Legislação, da Doutrina e da Jurisprudência Ambientais Brasileiras. Revista Veredas do Direito, n. 26, p. 141-166. Disponível: https://doi.org/10.18623/rvd.v13i26.590. Acesso: 29 dez. 2024.

Rocha, R. M.; Lucas, A. A. T.; Almeida, C. A. P.; Menezes Neto, E. L.; Netto, A. O. A. (2014). Caracterização morfométrica da sub-bacia do rio Poxim-Açu, Sergipe, Brasil. Rev. Ambiente e Água, n. 2, p. 276-287. Disponível: https://doi.org/10.4136/ambi-agua.1289. Acesso: 16 dez. 2024.

Rodrigues, L. C.; Neves, S. M. A. S.; Silva, M. B.; Paiva, S. L. P.; Kreitlow, J. P. (2021). Análises da transformação antrópica e morfométrica da Bacia Hidrográfica do Córrego Piraputanga, Mato Grosso, Brasil. GEO UERJ, n. 39, p. 1-21. Disponível: https://doi.org/10.12957/geouerj.2021.57306. Acesso: 19 dez. 2024.

Santos Filho, A. O.; Ramos, J. M.; Oliveira, K.; NASCIMENTO, T. A evolução do Código Florestal Brasileiro. Cadernos de Graduação – Ciências Humanas e Sociais – UNIT, n. 3, p 271- 290, 2015. Disponível: https://periodicos.set.edu.br/cadernohumanas/article/view/2019. Acesso: 14 dez. 2024.

Santos, A. M.; Targa, M. S; Batista, G. T.; Dias, N. W. (2012). Análise morfométrica das sub-bacias hidrográficas Perdizes e Fojo no município de Campos do Jordão, SP, Brasil. Ambi-Agua, n. 3, p. 195-211. Disponível: https://doi.org/10.4136/ambi-agua.945. Acesso: 17 jul. 2024.

Schnorr, G.G; Sccoti, A. A. V.; Petsch, C. (2021). Caracterização morfométrica da bacia hidrográfica do Rio Vacacaí: Centro do Rio Grande do Sul. Revista Geonorte, v. 12, n. 39, p. 44-63. Disponível: https://doi.org/10.21170/geonorte.2021.v.12.n.39.44.63 . Acesso: 30 set. 2024.

Schumm, S. A. (1956). Evolution of drainage systems and slopes in badlands at Perth Amboy. Bulletin of the geological Society of América, n.5, p. 597-646. Acesso: 30 set. 2024.

Silva, E. O.; Neves, S. M. A. S. (2024). Análise cienciométrica sobre conflito de uso em Área de Preservação Permanente (APP) no Brasil. Revista Observatorio de La Economía Latinoamericana, n. 8, p. 1-19. Disponível em: https://doi.org/10.55905/oelv22n8-126 . Acesso: 03 out. 2024.

Silva, J. S. V.; Pott, A.; Abdon, M. M.; Pott, V. J.; Santos, K. R. (2011). Projeto GeoMS: cobertura vegetal e uso da terra do Estado de Mato Grosso do Sul. Campinas/SP: Embrapa Informática Agropecuária.

Silva, M. A.; Neves, R. J.; Neves, S. M. A. S.; Mendes, M. F.; Neves, L. F. S. (2013). Avaliação da Infraestrutura dos empreendimentos rurais de Cáceres-MT, para fins turísticos. Enciclopédia Biosfera Centro Científico Conhecer, n. 16, p. 2570-2582. Disponível: https://www.conhecer.org.br/enciclop/2013a/miltidisciplinar/levantamento%20de%20empreendimentos.pdf. Acesso: 17 ago. 2024.

Silva, M. S.; Bueno, I. T.; Acerbi Júnior, F. W.; Borges, L. A. C.; Calegario, N. (2017). Avaliação da cobertura do solo como indicador de gestão de recursos hídricos: um caso de estudo na sub-bacia do Córrego dos Bois, Minas Gerais. Eng. Sanit. Ambient., n. 3, p. 445-451. Disponível: https://doi.org/10.1590/S1413-41522017149673. Acesso: 26 dez. 2024.

Silva, P. H. M; Salton, F. G; Lohmann, M. Caracterização morfométrica da bacia do Rio Pirizal – Litoral do Paraná. In: XI Simpósio Nacional de Geomorfologia, 2016, Maringá. Anais... Maringá: União da Geomorfologia Brasileira, 2016. Disponível: https://www.sinageo.org.br/2016/trabalhos/8/8-120-1502.html. Acesso: 15 nov. 2024.

Strahler, A. N. (1952). Hypsometric (área-altitude) analysis of erosional topography. Bulletin of Geol. Soc. America, n. 11, p. 1117-1142.

Vendruscolo, J.; Santos Junior, N. R. F.; Maia, E.; Montagnolli, G. P.; Souza, C. M.; Sccoti, M. S. V.; Nascimento, J. M. S.; Rocha, K. J.; Ferreira, L. E. M.; Quadros, K. M.; Cavalheiro, W. C. S.;

Fernandes, I. M. (2025). Hidrogeomorfometria e dinâmica da cobertura do solo na microbacia do rio Saldanha, Amazônia Ocidental, Brasil. Disponível: https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.07.p5538-5564. Acesso: 21 mai. 2026.

Villela, S. M.; Mattos, A. (1975). Hidrologia aplicada. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.

Downloads

Publicado

2026-07-16

Como Citar

de Oliveira Silva, E., Mara Alves da Silva Neves, S., Sobreira Oliveira Junior, E., Aparecida dos Santos Galvanin, E., & Pereira Kreitlow, J. (2026). Conflitos de uso da terra e passivo ambiental na Bacia Hidrográfica do Córrego da Piraputanga em Cáceres-Mato Grosso, Brasil. Revista Brasileira De Geografia Física, 19(03), 1322–1339. https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.03.p1322-1339

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.