Determinação do Índice de Sustentabilidade do Perímetro Irrigado Platô de Neópolis/Sergipe
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.03.p1470-1492Palavras-chave:
MESMIS, gráfico radar, indicadores de sustentabilidade, gestão territorial, autonomia econômicaResumo
Este artigo teve por objetivo determinar e analisar o Índice de Sustentabilidade do Perímetro Irrigado Platô de Neópolis/SE, buscando compreender as relações ambientais, sociais, econômicas e técnicas que condicionam a sustentabilidade da área de estudo. A pesquisa foi desenvolvida no Perímetro Irrigado Platô de Neópolis, em Sergipe, a partir da articulação entre o método MESMIS, utilizado na identificação dos pontos críticos, seleção e mensuração dos indicadores, e o método de Calorio (1997), em adaptação empregada por Daniel et al. (2001) e reelaborada por Faccioli e Gomes Filho (2021), utilizado na síntese do índice geral por meio do gráfico radar. A interpretação dos resultados baseou-se na classificação proposta por Sobral, Almeida e Gomes (2012). A investigação empírica envolveu pesquisa documental, observações de campo realizadas entre 2023 e 2026 e entrevistas em fevereiro de 2026 com 21 empresas, dentre as 27 instaladas na área de estudo. Os resultados demonstraram que o Perímetro Irrigado Platô de Neópolis/SE apresentou Índice de Sustentabilidade Geral de 54,01, enquadrando-se na categoria regular. Em termos dimensionais, observou-se melhor desempenho na dimensão ambiental (75,51), seguida da social (56,76) e da técnica (51,79), enquanto a dimensão econômica (28,85) apresentou o menor valor. Conclui-se que o perímetro apresenta sustentabilidade regular, sustentada principalmente por sua base técnica, social e ambiental, mas limitada por fragilidades econômicas relacionadas à comercialização, ao acesso ao crédito e à apropriação do valor gerado pela produção.
Downloads
Referências
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). (2021). Atlas irrigação: uso da água na agricultura irrigada (2. ed.). https://metadados.snirh.gov.br/geonetwork/srv/api/records/1b19cbb4-10fa-4be4-96db-b3dcd8975db0
Albano, G. P. (2022). Perímetros irrigados nos semiáridos do Brasil e de Portugal: uma análise comparativa. EDUFRN. https://repositorio.ufrn.br/items/4b641978-2655-4bec-863d-58701a7d8ee7
Albuquerque, B. C. D., Costa, F. R. (2020). Perímetros irrigados, comunidade e sustentabilidade: uma revisão de literatura. Cadernos Cajuína, 5(3), 498–513. https://doi.org/10.52641/cadcaj.v5i3.350
Allen, R. G., Pereira, L. S., Raes, D., Smith, M. (1998). Crop evapotranspiration: guidelines for computing crop water requirements (FAO Irrigation and Drainage Paper No. 56). FAO.
Araujo, C. T. V. (2025). Determinação do índice de sustentabilidade do Perímetro Irrigado Califórnia em Sergipe (Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Sergipe).
Associação dos Concessionários do Distrito de Irrigação Platô de Neópolis (ASCONDIR). (2026). http://ascondir.com.br/
Braga, M. B., Calgaro, M. (2010). Uso da tensiometria no manejo da irrigação (Documentos 235). Embrapa Semiárido.
Brasil. (1965). Lei nº 4.829, de 5 de novembro de 1965. Institucionaliza o crédito rural. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4829.htm
Brasil. (1991). Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991. Dispõe sobre a política agrícola. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8171.htm
Brasil. (2002). Decreto nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002. Regulamenta a Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/d4074.htm
Brasil. (2004). Lei nº 10.880, de 9 de junho de 2004. Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE) e o Programa de Apoio aos Sistemas de Ensino para Atendimento à Educação de Jovens e Adultos, dispõe sobre o repasse de recursos financeiros do Programa Brasil Alfabetizado, altera o art. 4º da Lei nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996, e dá outras providências. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.880.htm
Brasil. (2010). Decreto nº 7.352, de 4 de novembro de 2010. Dispõe sobre a política de educação do campo e o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA). https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/decreto/d7352.htm
Brasil. (2010). Lei nº 12.188, de 11 de janeiro de 2010. Institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária (PNATER) e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária (PRONATER), altera a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e dá outras providências. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12188.htm
Brasil. (2012). Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012. Institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana; revoga dispositivos dos Decretos-Leis nºs 3.326, de 3 de junho de 1941, e 5.405, de 13 de abril de 1943, da Consolidação das Leis do Trabalho, e das Leis nºs 5.917, de 10 de setembro de 1973, e 6.261, de 14 de novembro de 1975; e dá outras providências. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm
Brasil. (2023). Lei nº 14.785, de 27 de dezembro de 2023. Dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem, a rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e das embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, de produtos de controle ambiental, de seus produtos técnicos e afins; revoga as Leis nºs 7.802, de 11 de julho de 1989, e 9.974, de 6 de junho de 2000, e partes de anexos das Leis nºs 6.938, de 31 de agosto de 1981, e 9.782, de 26 de janeiro de 1999. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/L14785.htm
Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Portaria GM/MS nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html
Calgaro, M., Braga, M. B. (2008). Determinação da uniformidade de distribuição de água em sistema de irrigação localizada. Embrapa Semi-Árido. Instruções Técnicas, 86. https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/249056
Calorio, C. M. (1997). Análise de sustentabilidade em estabelecimentos agrícolas familiares no Vale do Guaporé-MT (Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Mato Grosso).
Coelho, E. F., Santos, D. L., Simões, W. L. (2021). Irrigação de fruteiras tropicais: abacaxizeiro, bananeira, mamoeiro e mangueira. In A. Paolinelli, D. Dourado Neto, E. C. Mantovani (Orgs.), Diferentes abordagens sobre agricultura irrigada no Brasil: técnica e cultura (pp. 429-460). ESALQ-USP. https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1132906
Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). (2013). IQA: Índice de Qualidade das Águas. https://www.cetesb.sp.gov.br/aguas-interiores/wp-content/uploads/sites/12/2013/11/02.pdf
Daniel, O. (2001). Definição de indicadores de sustentabilidade para sistemas agroflorestais (Tese de doutorado, Universidade Federal de Viçosa).
Di Marco, M., Baker, M. L., Daszak, P., De Barro, P., Eskew, E. A., Godde, C. M., Harwood, T. D., Herrero, M., Hoskins, A. J., Johnson, E., Karesh, W. B., Machalaba, C., Navarro Garcia, J., Paini, D., Pirzl, R., Smith, M. S., Zambrana-Torrelio, C., Ferrier, S. (2020). Sustainable development must account for pandemic risk. Proceedings of the National Academy of Sciences, 117(8), 3888–3892. https://doi.org/10.1073/pnas.2001655117
Droppers, B., Supit, I., Leemans, R., van Vliet, M. T. H., Ludwig, F. (2022). Limits to management adaptation for the Indus’ irrigated agriculture. Agricultural and Forest Meteorology, 321, 108971. https://doi.org/10.1016/j.agrformet.2022.108971
Faccioli, G. G., Gomes Filho, R. R. (2021). Índice de sustentabilidade: contribuições das ciências ambientais na agricultura irrigada. In A. Paolinelli, D. Dourado Neto, E. C. Mantovani (Orgs.), Diferentes abordagens sobre agricultura irrigada no Brasil: História, política pública, economia e recurso hídrico. ESALQ-USP.
Fantini, A., Rover, O. J., Chiodo, E., Assing, L. (2018). Agroturismo e circuitos curtos de comercialização de alimentos orgânicos na Associação “Acolhida na Colônia” – SC/Brasil. Revista de Economia e Sociologia Rural, 56(3), 517–534. https://doi.org/10.1590/1234-56781806-94790560310
Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO). (2024). World food and agriculture: statistical yearbook 2024. https://doi.org/10.4060/cd2971en
Foppel, E. F. C. (2018). Determinação de um índice de sustentabilidade no estuário do rio Vaza-Barris, litoral sul do estado de Sergipe (Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Sergipe).
Freitag, C. (2020). Avaliação da sustentabilidade em agroecossistemas de produção familiar com a aplicação do método MESMIS. Dissertação de mestrado, Universidade Estadual do Oeste do Paraná.
Hernani, L. C., Freitas, P. L. de, Pruski, F. F., De Maria, I. C., Castro Filho, C. de, Landers, J. N. (2002). A erosão e seu impacto. In C. V. Manzatto, E. Freitas Junior, J. R. R. Peres (Eds.), Uso agrícola dos solos brasileiros (pp. 47–60). Embrapa Solos. https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/1124240
Mantovani, E. C. (2001). AVALIA: programa de avaliação da irrigação por aspersão e localizada. UFV.
Marchi, G. (2008). O que é qualidade do solo? Agrosoft Brasil, Embrapa Cerrados. https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/571713
Masera, O., Astier, M., López-Ridaura, S. (1999). Sustentabilidad y manejo de recursos naturales: el marco de evaluación MESMIS. Mundi-Prensa, GIRA, UNAM.
Masera, O., Astier, M., López-Ridaura, S. (2000). El marco de evaluación MESMIS. In O. Masera, S. López-Ridaura (Eds.), Sustentabilidad y sistemas campesinos: cinco experiencias de evaluación en el México rural (pp. 13–44). Mundi-Prensa, GIRA, UNAM.
Nardo, M., Saisana, M., Saltelli, A., Tarantola, S. (2005). Tools for composite indicators building. European Commission, Joint Research Centre. https://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/handle/JRC31473
Nhampossa, J. A. (2015). Indicadores de sustentabilidade do Perímetro Irrigado de Betume (Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Sergipe).
OECD, Joint Research Centre. (2008). Handbook on constructing composite indicators: methodology and user guide. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264043466-en
Organização Das Nações Unidas (ONU). Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, 2015. [acessado 2025 05 06] Disponível em: https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2015/10/agenda2030-pt-br.pdf
Pan, L., Shi, D., Jiang, G., Xu, Y. (2024). Impacts of different management measures on soil nutrients and stoichiometric characteristics for sloping farmland under erosive environments in the Three Gorges Reservoir Area, China. Soil and Tillage Research, 244, 106173. https://doi.org/10.1016/j.still.2024.106173
Perović, V., Čakmak, D., Jakšić, D., Milanović, M., Matić, M., Pavlović, D., Pavlović, P. (2025). Development and evaluation approach of soil quality in agricultural soils: Integrated system for a more reliable delineation of homogeneous management zones. Applied Soil Ecology, 206, 105860. https://doi.org/10.1016/j.apsoil.2024.105860
Pontes, A. G. V., Gadelha, D., Freitas, B. M. C., Rigotto, R. M., Ferreira, M. J. M. (2013). Os perímetros irrigados como estratégia geopolítica para o desenvolvimento do semiárido e suas implicações à saúde, ao trabalho e ao ambiente. Ciência & Saúde Coletiva, 18(11), 3213–3222. https://doi.org/10.1590/S141381232013001100012
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). (2016). Progresso multidimensional: o bem-estar para além da renda [Progreso multidimensional: bienestar más allá del ingreso]. Relatório de desenvolvimento humano regional para América Latina e Caribe. https://hdr.undp.org/system/files/documents/50228-undplac-web.pdf
Resende, R. S., Amorim, J. R. A., Cruz, M. A. S. (2015). Uso da água no distrito de irrigação Platô de Neópolis, em Sergipe. In Anais do Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem (25.). https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1035562
Saltelli, A., Ratto, M., Andres, T., Campolongo, F., Cariboni, J., Gatelli, D., Saisana, M., Tarantola, S. (2008). Global sensitivity analysis: the primer. John Wiley & Sons. https://doi.org/10.1002/9780470725184
Saltelli, A., Tarantola, S., Campolongo, F., Ratto, M. (2004). Sensitivity analysis in practice: a guide to assessing scientific models. John Wiley & Sons. https://doi.org/10.1002/0470870958
Sampedro Sánchez, D. La política de modernización del regadío: efectos sociales y territoriales en la Cuenca del Guadalquivir. 2020. Tese (Doutorado em Geografia) – Universidad de Sevilla, Sevilla, 2020.
Santos, A. R. R. (2019). Indicadores socioambientais do alto sertão sergipano: Relações de poder e convivência com a seca (Tese de doutorado, Universidade Federal de Sergipe).
Santos, K. V., Gomes Filho, R. R., Faccioli, G. G., dos Santos, A. R. R., de Jesus Costa, J., Araujo, C. T. V., Almeida, W. C. . (2026). Sustentabilidade em perímetros irrigados: Revisão sistemática e bibliométrica da literatura científica mundial. Aracê, 8(3), e12718-e12718. https://doi.org/10.56238/arev8n3-149
Silva, C. S. (2024). Avaliação socioambiental do desempenho dos Tribunais de Justiça Estaduais do Nordeste (Tese de doutorado, Universidade Federal de Sergipe).
Sobral, I. S., Almeida, J. A. P., Gomes, L. J. (2012). Indicadores de sustentabilidade e ecologia da paisagem: planejamento e gestão ambiental em assentamentos de reforma agrária. Novas Edições Acadêmicas.
Tavares, J. C. S., Tassigny, M. M., Bizarria, F. P. A., Oliveira, A. G. (2018). Sustentabilidade no semiárido: pesquisa nos perímetros irrigados do Baixo Jaguaribe–Ceará. Desenvolvimento em Questão, 16(42), 238–268. https://doi.org/10.21527/22376453.2018.42.238-268
Uyar, H., Karvelas, I., Rizou, S., Fountas, S. (2024). Data value creation in agriculture: a review. Computers and Electronics in Agriculture, 227 (Part 2), 109602. https://doi.org/10.1016/j.compag.2024.109602
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Ketylen Vieira Santos, Raimundo Rodrigues Gomes Filho, Gregório Guirado Faccioli, Alane Regina Rodrigues dos Santos, Jailton de Jesus Costa

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam na Revista Brasileira de Geografia Física concordam com os seguintes termos:
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (exemplo: depositar em repositório institucional ou publicar como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão para disponibilizar seu trabalho online antes ou durante o processo editorial, em redes sociais acadêmicas, repositórios digitais ou servidores de preprints. Após a publicação na Revista Brasileira de Geografia Física, os autores se comprometem a atualizar as versões preprint ou pós-print do autor, nas plataformas onde foram originalmente disponibilizadas, informando o link para a versão final publicada e outras informações relevantes, com o reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista.
Qualquer usuário tem direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.






