Apresentação

Autores

  • Paulo Henrique Martins Professor Departamento de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS-UFPE).
  • Amurábi Oliveira Professor do Departamento de Sociologia e Ciência Política da Universidade Federal de Santa Catarina. E dos Programas de Pós-Graduação em Sociologia e Ciência Política, em Educação e Interdisciplinar em Ciências Humanas.
  • Silvia Cataldi Università degli Studi "La Sapienza" di Roma, Dept. of Social and Developmental Psychology
  • André Magnelli Diretor do instituto de livre estudo, pesquisa, escrita e formação Ateliê de Humanidades. É professor adjunto da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, onde leciona na graduação e nas pós-graduações de Filosofia Moderna e Contemporânea, de Ciências da Religião e de Filosofia & Literatura.

Resumo

No início do ano de 2020, a província de Wuhan na China tornou-se o centro das atenções do mundo, o que se deu a partir das notícias que se espalharam rapidamente sobre um novo tipo de coronavírus, sobre o qual pouco se sabia até então. Logo, tornaram-se recorrentes nas redes sociais afirmações etnocêntricas e racistas envolvendo a suposta relação entre a origem do vírus e os hábitos alimentares chineses, além de falas de líderes mundiais, como Donald Trump, que responsabilizavam diretamente o país asiático pela pandemia. Em pouco tempo, a pandemia mudou seu epicentro da Ásia para a Europa, e da Europa para as Américas, aumentando as tensões entre os países, com a tomada de medidas drásticas que envolveram o confinamento em massa e o fechamento de fronteiras, o que foi ocorrendo de forma relativamente heterogênea em distintas nações. 

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Publicado

07-10-2020