Colonialidade do Saber e o campo da educação: fissuras, rizomas e fronteiras
DOI:
https://doi.org/10.51359/2179-7501.2022.250832Palavras-chave:
Colonialidade. Epistemologias não-abissais. Educação.Resumo
Este artigo inventa-se a partir do fazer de uma professora-pesquisadora, borrado por pedagogias outras, produzidas por coletivos, grupos étnicos e sujeitos diversos. O referencial teórico passa pela ecologia de saberes de Santos (2010), os Outros Sujeitos de Arroyo (2014), a colonialidade do saber de Mignolo (2017) e a pedagogia não-eurocêntrica de Gomes (2010) e Diallo (2021). O (anti)método se faz a partir da cartografia sentimental de Rolnik (2016) e, do rizoma de Deleuze e Guattari (1995). Desta maneira, avalio as experiências e (des)caminhos que marcaram minha trajetória ao optar pela prática educativa a partir da diferença cultural, e os resultados que provocaram sulcamentos no microcosmo onde atuo, no que se refere a colonialidade e o pensamento abissal.
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