O espaço-tempo oriental como espaço existencial: arquiteturas no Japão e na China

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51359/2179-7501.2021.252150

Palavras-chave:

Japão, China, fenomenologia da arquitetura, espaço e tempo existenciais

Resumo

O presente artigo tem como desafio realizar um paralelo entre Oriente e Ocidente, focando nos significados de espaço como lugar da vivência humana. Discute no campo da Arquitetura, sob o entendimento que o espaço é sua matéria primeira que carrega a condição de possibilidade de interferir significativamente nas subjetividades individuais e coletivas, intrinsecamente nas culturas de cada povo.  Atravessa conhecimentos multidisciplinares da Linguística, da Filosofia, da Arte e da teoria da Arquitetura para refletir sobre que aspectos da vida cotidiana, das culturas locais, participam das compreensões arquitetônicas no Japão e na China. Ao reconhecer a subjetividade e as vivências de cada cultura como indissociáveis das compreensões de espaço e de tempo, assume que a fenomenologia da arquitetura é aquela que mais possibilita esse exercício e por isso transita por autores que têm afinidades com a fenomenologia, enquanto modo de pensar o mundo.

Biografia do Autor

Walkyria Tsutsumi Coutinho, Universidade Católica de Pernambuco

Arquiteta e Urbanista. Mestre em Desenvolvimento Urbano pelo MDU-UFPE. Professora do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Pernambuco.

Maria de Jesus de Britto Leite, Universidade Federal de Pernambuco

Arquiteta e Urbanista. Mestre e Doutora em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP. Professora do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento urbano – MDU-UFPE. Coordenadora do Laboratório de Investigação do Espaço na Arquitetura – LIA | UFPE.

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Publicado

30-12-2021