O amor como base da sociedade. O amor e a universidade como antídoto contra o individualismo

Eugenio Gaudio

Resumo


O ensaio, que se destaca como o posfácio desta edição especial, sugere o amor em dois papéis fundamentais como crítica e como imaginação. O amor como crítica é devido à ciência precisar sempre ter uma visão utópica dirigida ao futuro e à emancipação humana. O amor como imaginação, porque ele deve ser o motor da Universidade, o núcleo da educação na comunidade acadêmica e o objetivo de professores que deveriam amar, a fim de se tornarem verdadeiros mestres da vida.


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