“Tudo isso é a família da gente”: Relações de parentesco entre camelôs e sacoleiros em contextos locais e trans-locais

Rosana Pinheiro Machado

Resumo


Neste artigo, mostro alguns arranjos possíveis de estruturação de
parentesco – que ocorrem entre vendedores de rua de Porto Alegre
– que não necessariamente estão relacionados a vínculos de aliança
e/ou consangüinidade. Elaboro, nesse sentido, três modelos analíticos:
‘família de casa’, ‘família da rua’ e ‘família do mundo’. O primeiro
trata-se da organização familiar convencional da sociedade
ocidental contemporânea (elos de sangue e casamento), enquanto os
outros dois constituem-se ‘parentesco simbólico’. Embora cada um
dos três arranjos possua seus códigos, fronteiras e linguagens próprias,
eles participam de um sistema mais amplo que gira em torno
do ofício do vendedor de rua e da comercialização de contrabando.

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