Reafricanização e dessincretização do candomblé: Movimentos de um mesmo processo

Autores/as

  • Aislan Vieira Melo Centro Universitário Candido Rondon, em Cuiabá/MT e Centro Universitário de Várzea Grande/MT.

Resumen

Argumento que, para compreender o movimento de reafricanização
do candomblé, devemos percebê-lo para além do mundo religioso,
isto é, num espaço social mais amplo, qual seja, o das confluências
entre os mundos da política, da religião e da etnicidade.
Destacando momentos importantes da história da constituição da
religião no Brasil, procuro contextualizar o movimento de reafricanização
a partir das tramas próprias do mundo do candomblé,
sobretudo demonstrando que dessincretização e reafricanização
são movimentos diferentes de um mesmo processo, a saber: o de
afirmação do negro na sociedade brasileira. Nesta perspectiva,
sugiro que não há um referencial teórico único para se compreender
a reafricanização, pois existem várias possibilidades de reafricanizar.

Biografía del autor/a

Aislan Vieira Melo, Centro Universitário Candido Rondon, em Cuiabá/MT e Centro Universitário de Várzea Grande/MT.

Antropólogo, graduado e mestre em Ciências Sociais pela FFC/UNESP. Atualmente
é professor do Centro Universitário Candido Rondon, em Cuiabá/MT, e do
Centro Universitário de Várzea Grande/MT.

Publicado

2011-09-22

Número

Sección

Artigos