Notas sobre Antropologia Visual num campo tomado por imagens

Autori

  • Geslline Giovana Braga UEL – Universidade Estadual de Londrina, UCAM – Universidade Cândido Mendes, UFPR – Universidade Federal do Paraná, CAPES e Faculdades Integradas do Brasil em Curitiba

Abstract

Nas regiões Sul e Sudeste do Paraná, é recorrente o culto ao retrato de um santo não-canônico, chamado São João Maria. As benzedeiras da cidade de Campo Largo (PR) fazem nos seus dis-cursos um bricoleur das narrativas em torno da fotografia, para legi-timar seus fazeres e práticas. Essas especialistas de cura doméstica utilizam a fotografia de forma mágica, resignificando-a como ob-jeto de culto, bênção e ex-voto. Neste campo repleto de imagens, fotografias „aparecem‟ constantemente ao pesquisador, que utiliza como método a Antropologia Visual. A partir das leituras e análise das imagens da pesquisa etnográfica, é possível compreender como as benzedeiras apreendem a fotografia como ícone, índice, símbolo, sinal, metáfora e metonímia.

Biografia autore

Geslline Giovana Braga, UEL – Universidade Estadual de Londrina, UCAM – Universidade Cândido Mendes, UFPR – Universidade Federal do Paraná, CAPES e Faculdades Integradas do Brasil em Curitiba

Fotógrafa, formada em Comunicação Social, especialista em Fotografia pela UEL – Universidade Estadual de Londrina, e Fotografia como instrumento de pesquisa nas Ciências Sociais pela UCAM – Universidade Cândido Mendes, Mestranda em Antropologia Social pela UFPR – Universidade Federal do Paraná, bolsista da CAPES. Professora de fotografia e Antropologia cultural nas Faculdades Integradas do Brasil em Curitiba.

Fascicolo

Sezione

Artigos