“Canoa não é força, é opinião”: O Vale do Jequitinhonha contado e cantado por canoeiros

Patricia Guerrero

Resumo


O Vale do Jequitinhonha, região situada no nordeste de Minas Gerais, há anos vem carregando os problemas e o estigma de miserável que têm marcado, profundamente, os discursos produ-zidos sobre ele. A proposta deste artigo é compreender o Vale através do olhar de canoeiros do rio Jequitinhonha e, mais especi-ficamente, através da memória social e dos discursos por eles pro-duzidos, de modo a conhecer um pouco da história dessa região contada por pessoas que dela fazem parte. É importante salientar que, nesse trabalho sobre memória de canoeiros, o rio aparece como um dos elementos principais, senão o principal, para pensar o processo de rememoração, pois, além de permear, é ele quem conduz, na maioria das vezes, a narrativa.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Revista ANTHROPOLÓGICAS
AV. Prof. Moraes Rêgo, 1.235. 13° andar
Cidade Universitária
50.670-901 - Recife - PE - Brasil
Tel.: (55) (81) 2126-8286 | Fax: (55) (81) 2121-8282
E-mail: anthropologicas@ufpe.br