Conversão (In)Útil

Roberta B. C. Campos & Mísia L. Reesink

Resumo


O conceito de ‘conversão’ tem sido questionado nos debates antropológicosacerca do campo religioso brasileiro. Nesse contexto,o que se tem tornado hegemônico é a posição do esvaziamento doseu significado e, portanto, da sua inaplicabilidade ou dispensabilidadecomo categoria a analítica. Neste artigo, pretendemos porem perspectiva as discussões acerca do conceito de ‘conversão’,ao mesmo tempo em que nos aliamos a posição não-hegemônicade reafirmar a vitalidade deste conceito, ao incorporar na análiseantropológica a sua polissemia etnográfica. Argumentamos entãoque ‘conversão’ instaura o paradoxo entre contínuo-processo-rito-sintágma-metonímia e descontínuo-ontologia-mito-paradigma-metáfora.

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