Formas de Estar na Cultura na e pela Escola: o caso dos indígenas Tupinambá de Olivença/BA

José Valdir Jesus de Santana, Clarice Cohn

Resumo


Neste artigo, buscamos compreender como e por que os Tupinambá de Olivença fazem escola e como esta tem se tornado central na produção de pessoas fortes na cultura, na atualização e produção de parentesco e no estar na cultura, como costumam afirmar. Dessa forma, interessou-nos pensar como o estar na cultura e tornar-se forte na cultura vão sendo produzidos a partir da escola, através de distintas ‘ações pedagógicas’, e das relações que esta possibilita e articula, tanto interna quanto externamente, no movimento que
multiplica a escola pelo Território Indígena, em especial pelas áreas de retomadas. As reflexões apresentadas, aqui, são resultados de nossa tese de doutorado em Antropologia Social, defendida no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de São Carlos.

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