O Transe como Performance no Candomblé e Umbanda

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51359/2525-5223.2021.251082

Palabras clave:

transe, candomblé, Umbanda, Etnografia, performances culturais.

Resumen

No artigo compreendemos o transe enquanto performance de mediação da tradição cultural. Apresentamos o transe como modo performático em contraste com outras abordagens que trabalham o transe como conceito. Esta abordagem permite compreender o transe no ritual como manifestação das noções de pessoa nas religiões de matriz africana e afrobrasileira. As tradições contemplam em espaço liminar ritual: Orixás e entidades, que em seus contextos são performados pelos iniciados no espaço público religioso.

Biografía del autor/a

Bruno Karasiaki Filene, Universidade Federal de Goiás, Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Performances Culturais

Cientista Social pela FCS/UFG. Pesquisador de Religiões Africanas no Brasil, de Matriz Africana e Afrobrasileiras.
Produtor cultural e realizador de etnografias em vídeo. Mestrando do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Performances Culturais.

Gabriel Omar Alvarez, Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Ciências Sociais, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social

Graduação em Antropología - Universidad Nacional de La Plata (1991), mestrado em Antropologia pela Universidade de Brasília (1995) e doutorado em Antropologia pela Universidade de Brasília (2000). Faz parte de Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Goiás, professor associado da Universidade Federal de Goiás. Tem experiência na área de Antropologia, focado em antropologia política atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia visual, etnologia indígena, antropologia e etnografia, rituais e performancers.

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Publicado

2022-01-24

Número

Sección

Artigos