A educação como práxis silenciosa
DOI:
https://doi.org/10.51359/2525-5223.2024.255690Parole chiave:
Silêncio, Educação, Etnografia, PráxisAbstract
O artigo tem o objetivo de discutir a noção de silêncio como uma metáfora importante para compreender a marginalidade da Educação enquanto objeto de pesquisa da Antropologia. Nesse entregular da Antropologia e Educação, analiso também o silêncio em diferentes etnografias (Michel-Rolp Trouillot, Veena Das, Charles Hirschkind, Tim Ingold e Antonella Tassinari) que aparece como performance e/ou categoria de aprendizado. Dessa forma, a Educação como práxis silenciosa é uma provocação para o contraditório. Das etnografias é possível inferir que o silêncio pode ser uma prática atenciosa em que as pessoas se observam, ensinam e aprendem a partir de outras referências além da fala, onde habitam uma experiência de forma prolongada.
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