A educação como práxis silenciosa

Autori

DOI:

https://doi.org/10.51359/2525-5223.2024.255690

Parole chiave:

Silêncio, Educação, Etnografia, Práxis

Abstract

O artigo tem o objetivo de discutir a noção de silêncio como uma metáfora importante para compreender a marginalidade da Educação enquanto objeto de pesquisa da Antropologia. Nesse entregular da Antropologia e Educação, analiso também o silêncio em diferentes etnografias (Michel-Rolp Trouillot, Veena Das, Charles Hirschkind, Tim Ingold e Antonella Tassinari) que aparece como performance e/ou categoria de aprendizado. Dessa forma, a Educação como práxis silenciosa é uma provocação para o contraditório. Das etnografias é possível inferir que o silêncio pode ser uma prática atenciosa em que as pessoas se observam, ensinam e aprendem a partir de outras referências além da fala, onde habitam uma experiência de forma prolongada.

 

Biografia autore

Marcus Bernardes, Universidade Federal de Santa Catarina

Graduado em Ciências Sociais na modalidade Bacharelado pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (2014). Mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de Goiás (2016). Doutorando em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina. É coordenador do Núcleo de Pesquisa em Educação e Culturas do Semiárido Nordestino (NUPEC) vinculado ao Observatório UniFG do Semiárido Nordestino. É membro do grupo de estudos Anísio em Movimento (NEAM). Tem experiência nas áreas de Sociologia e Antropologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Antropologia & Educação, História da Antropologia e Culturas Populares.

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Pubblicato

2025-02-28

Fascicolo

Sezione

Artigos