Viagens Etnográficas entre Cachoeira e São Félix

Autores/as

  • Elder Pereira Ribeiro Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

DOI:

https://doi.org/10.51359/2526-3781.2019.242105

Palabras clave:

Cachoeira, São Félix, etnografia, antropologia visual

Resumen

Esse ensaio fotográfico traduz as minhas viagens etnográficas entre a cidade de Cachoeira e São Félix, no Recôncavo da Bahia. O que falar de Cachoeira e São Félix? Penso que são cidades históricas e culturais que me desperta o desejo pela riqueza bioancestrálica.

A pesquisa etnográfica nos permite encontros, afetos, múltiplos conhecimentos, descobrimentos, e assim como já afirmou o antropólogo Marcio Goldman (2003), que defende a ideia de “catar folha”, obtendo resultados satisfatórios pouco a pouco, indo ali, indo cá, andando, e buscando as informações em campo. A partir daí entendo que todas as idas e vindas de viagens fez com que eu pudesse me reencontrar com a ancestralidade.

Ao chegar em Cachoeira x São Félix conheci diversas pessoas que me acolheu de coração, como Ekedji Romilda de Sogbó da Roça do Ventura em Cachoeira, Babá Idelson de Ogum Megege do Terreiro Ogunjá em São Félix, Iyá Regina de Avimaje do Terreiro Huntologi, Professora Francisca Marques do (LEAA-Recôncavo), Udinaldo Neto e Letícia Catete do (PPGCS-UFRB) amigos ímpares, dentre outros. As fotos do ensaio em questão registra o meu percurso diário, festivo e turístico nas cidades já mencionadas acima.

A diversidade religiosa dos terreiros é imensurável na cidade de Cachoeira x São Félix, porque pude conhecer Terreiros de Nação: Nagô, Nagô-Vodum, Ketu, Jeje Mahin e Angola. Participei da Lavagem de Cachoeira, em 2019, da Festa de Ogum, Oxum e Caboclos no Ogunjá em São Félix, em 2019, o Centenário do Terreiro Raíz de Ayrá, em 2019, e tantos outros espaços religiosos e não religiosos.

 

 Ficha técnica:

Autor: Elder Pereira Ribeiro

Fotografias: Elder Pereira Ribeiro

Direção, Edição de Imagem e Texto: Elder Pereira Ribeiro

 

 

 

Biografía del autor/a

Elder Pereira Ribeiro, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

Bacharel em Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas pelo Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT/UFRB). Pesquisador das áreas de Educação e Religião. Monitor do Núcleo de Políticas de Inclusão (NUPI) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e pesquisador do Laboratório de Etnomusicologia, Antropologia e Audiovisual (LEAA/Recôncavo).

Citas

GOLDMAN, Marcio. 2003. “Os Tambores dos Mortos e os Tambores dos Vivos”. Etnografia, Antropologia e Política em Ilhéus, Bahia”. Revista de Antropológia, vol. 46, n. 2, São Paulo, USP.

Publicado

2019-09-19

Número

Sección

Ensaios Fotográfico