Vítimas de acidentes de moto com traumatismo

Adriana Montenegro Albuquerque, Helder Clayton de Lima Silva, Isolda Maria Barros Torquato, Bernadete de Lourdes André Gouveia, Magaly Suênia de Almeida Pinto Abrantes, Valdicléia da Silva Ferreira Torres

Resumo


RESUMO

Objetivo: demonstrar o perfil epidemiológico das vítimas de acidentes motociclísticos com traumatismo crânioencefálico. Método: estudo observacional, descritivo e retrospectivo, com abordagem quantitativa, com 124 vítimas de acidentes motociclísticos, entre abril de 2010 a janeiro de 2014. Os dados foram processados no programa software EXCEL 2007 e apresentados em tabelas. Resultados: houve predominância do sexo masculino 102 (82%), de 21 a 30 anos, 75 (60,48%) alcoolizados, 16 (13%) por drogas ilícitas, 119 (96%) não utilizavam capacete e não eram habilitados. Escore da Escala de Coma de Glasgow considerado leve 62 (50%); moderado 38 (31%) e grave 24 (19%). Desses, 90 (73%) foram transferidas e cinco (4%) foram a óbito. Conclusão: a falta de equipamentos de proteção individual, sexo, idade, uso do álcool e drogas ilícitas sinalizam para o risco de acidentes, tendo como consequência maior gravidade das lesões temporárias ou definitivas. Descritores: Acidentes de Trânsito; Motociclistas; Traumatismo Crânioencefálico.

ABSTRACT

Objective: to demonstrate the epidemiological profile of victims of motorcycle accidents with cranial trauma. Method: observational, descriptive, and retrospective study with a quantitative approach, with 124 victims of motorcycle accidents, from April 2010 to January 2014. Data were processed in EXCEL 2007 software program and presented in tables. Results: there was a predominance of males 102 (82%), 21-30 years old, 75 (60.48%) drunk, 16 (13%) for illicit drugs, 119 (96%) did not use a helmet and without a driver license. A score of Glasgow Coma Scale was considered mild 62 (50%); moderate 38 (31%) and severe 24 (19%). Of them, 90 (73%) were transferred, and 05 (4%) were dead. Conclusion: the lack of personal protective equipment, sex, age, use of alcohol and illicit drugs show the risk of accidents, therefore greater severity of temporary or permanent injuries. Descriptors: Traffic Accidents; Motorcycle Driver; Traumatic Brain Injury.

RESUMEN

Objetivo: demostrar el perfil epidemiológico de las víctimas de accidentes moto ciclísticos con traumatismo craneano encefálico. Método: estudio observacional, descriptivo y retrospectivo, con enfoque cuantitativo, con 124 víctimas de accidentes moto ciclísticos, entre abril de 2010 a enero de 2014. Los datos fueron procesados en el programa software EXCEL 2007 y presentados en cuadros. Resultados: hubo predominancia del sexo masculino, 102 (82%), de 21 a 30 años, 75 (60,48%) alcoholizados, 16 (13%) por drogas ilícitas, 119 (96%) no utilizaban casco y no eran habilitados. Puntación de la Escala de Coma de Glasgow fue considerado leve 62 (50%); moderado 38 (31%) y grave 24 (19%). De esos, 90 (73%) fueron transferidos y 05 (4%) fueron a óbito. Conclusión: la falta de equipamientos de protección individual, sexo, edad, uso de alcohol y drogas ilícitas señalan el riesgo de accidentes, consecuentemente mayor gravedad de las lesiones temporarias o definitivas. Descriptors: Accidentes de Tránsito; Motociclistas; Traumatismo Cráneo Encefálico.


Palavras-chave


Acidentes de trânsito; Motociclistas; Traumatismo Crânio Encefálico

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DOI: https://doi.org/10.5205/1981-8963-v10i5a13549p1730-1738-2016



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