The family planning’s health policy from the nurse’s perspective

Maria Madelena Costa, Zeile Mota Crispim

Resumo


ABSTRACT       

Objective: to investigate obstacles faced by nurses for implementation of the Family Planning’s Health Policy. Method: phenomenological research with qualitative approach. The sample consisted of twelve nurses who work in assistance at Basic Health Units/GO. Data gathering occurred in recorded semi-structured interviews after approval of the Ethics Committee in Research of UniEVANGÉLICA (number protocol 204/2007), according to the determination 196/96 of the National Health Counsel. The content analysis systematized data into two categories: a) the nurse’s role and its appreciation in assistance to the family planning at Basic Health Units; b) obstacles faced during assistance to this family planning. Results: they were verified institutional and professional obstacles; nurses help excited to the family planning what makes connection with community they are working with easier; difficulties to offer integral assistance due to the lack of adherence of women to the program; lack to offer contraceptive methods, lack of autonomy to prescribe nursing cares and scarcity of professional training. Conclusion: it is suggested creation of protocol of assistance, ongoing trainings; participation of doctor in regular assistance to women; offering on quantity and diversity contraceptive methods to soften difficulties of returning of users and insertion of men to the program. Descriptors: health policy; family planning; nursing care; women’s health; reproductive rights; contraception; nursing.

RESUMO

Objetivo: investigar as dificuldades enfrentadas pelos enfermeiros para efetivação da Política de Saúde do Planejamento Familiar. Método: pesquisa fenomenológica com abordagem qualitativa. A amostra constou de doze enfermeiras atuantes na assistência em Unidades Básicas de Saúde/GO. A coleta de dados aconteceu em entrevistas semi-estruturadas gravadas, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da  UniEVANGÉLICA (protocolo n. 204/2007), conforme a Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde.  A análise de conteúdo sistematizou os dados em duas categorias: a) o papel do enfermeiro e sua valorização na assistência ao planejamento familiar nas Unidades Básicas de Saúde; b) Dificuldades enfrentadas na assistência ao planejamento familiar. Resultados: verificaram-se obstáculos institucionais e profissionais; os enfermeiros assistem com satisfação ao planejamento familiar facilitando o vínculo com a comunidade; dificuldades em oferecer assistência integral pela falta de adesão das mulheres ao programa; restrição na oferta dos métodos contraceptivos; limitação da autonomia para prescrição de enfermagem e escassez de capacitações profissionais. Conclusão: sugere-se a criação de protocolo assistencial, capacitações continuadas, participação do médico na assistência regular às mulheres, oferta em quantidade e diversidade dos métodos contraceptivos para amenizar as dificuldades de retorno das usuárias e inserção do homem ao programa. Descritores: política de saúde; planejamento familiar; cuidados de enfermagem; saúde da mulher; direitos reprodutivos; anticoncepção; enfermagem.

RESUMEN

Objetivo: investigar las dificultades enfrentadas por los enfermeros para la efectuación de la Política de Salud del Planeamiento Familiar. Método: investigación fenomenológica con abordaje cualitativo. La muestra constó de doce enfermeras actuantes en la asistencia en Unidades Básicas de Salud/GO. La colecta de datos ocurrió en encuestas semi-estructuradas grabadas, tras la aprobación del Comité de Ética en Investigación de la UniEVANGÉLICA (número de registro 204/2007), cumpliendo la Resolución 196/96 del Consejo Nacional de Salud. El análisis del contenido sistematizó los datos en dos categorías: a) el papel del enfermero y su valoración en la asistencia al planeamiento familiar en las Unidades Básicas de Salud; b) dificultades enfrentadas en la asistencia al planeamiento familiar. Resultados: se comprobó dificultades institucionales y profesionales; los enfermeros ayudan con satisfacción al planeamiento familiar facilitando el vínculo con la comunidad; dificultades en ofrecer asistencia integral por la falta de adhesión de las mujeres al programa; restricción en la oferta de los métodos contraceptivos; limitación de la autonomía para prescripción de enfermería y escasez de capacitaciones profesionales. Conclusión: se sugiere la creación de protocolo asistencial; capacitaciones continuadas; participación del médico en la asistencia regular a las mujeres; oferta en cuantidad y diversidad de métodos contraceptivos para la disminuir las dificultades de retorno de las usuarias e inserción del hombre al programa. Descriptores: política de salud; planeamiento familiar; atención de enfermería; salud de la mujer; derechos reproductivos; anticoncepción; enfermeria.

 


Palavras-chave


Política de Saúde. Planejamento Familiar; Cuidados de enfermagem;

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DOI: https://doi.org/10.5205/reuol.759-6984-1-LE.0402201016



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