DESIGUALDADES METROPOLITANAS: LIMITES E POSSIBILIDADES

Alcindo José Sá

Resumo


A substância histórica na feitura territorial do mundo teleguiado pelo dinheiro e razão capitalistas se pauta pelo desenvolvimento desigual e combinado, isto é, por limites/fronteiras interurbanas e intra-urbanas; ou seja, por diacronias espaciais, bem expressas nas suas variadas densidades técnicas, que justificam e fomentam a extração da mais-valia absoluta e relativa, fonte do lucro e da acumulação ampliada do capital. Todavia, essa razão instrumental mercadológica discricionária, no rastro dos processos velozes de globalização, vem impondo limites à construção de uma cidade como sinônimo de civilidade, ou seja, um assentamento humano onde os homens possam se encontrar e conviver, já que as normas e regulações impostas pelo Estado e pelo mercado têm enrijecido os muros visíveis e invisíveis dos Estados-nação, da polis e das casas, gerando conflitos “pós-modernos”, quiçá como possibilidades à construção de uma outra urbis, de uma outra civilidade.

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