ESPAÇO URBANO, IMPACTO ESPACIAL E PERIFERIZAÇÃO: IMPLICAÇÕES SOCIOESPACIAIS DA PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO DE SALVADOR

Fádia Rebouças

Resumo


O presente artigo aborda as conseqüências do processo de periferização para a configuração do espaço urbano das cidades capitalistas subdesenvolvidas, em análise de Salvador – Bahia, com estudo de caso em Pirajá, Subúrbio Rodoviário da cidade. O mesmo possui como foco de investigação as conseqüências daquele processo para o espaço urbano – seus impactos espaciais –, o que envolve a integração de conceitos, ultrapassando a análise fragmentada do espaço geográfico, a saber, aquela que se baseia no estudo dos ambientes natural ou construído, legado da filosofia positivista. Para tanto, além de caracterizar a configuração suburbana de Salvador – contextualizando-a, e inserindo Pirajá como um espaço importante para o aprofundamento desta análise – foram trabalhados conceitos de meio ambiente urbano, impacto espacial e planejamento daquele espaço ou, especificamente, espaço construído periférico, análise central da pesquisa realizada. A partir desta, que também caracteriza as ações de alguns agentes na produção do espaço, foi possível inferir que uma das consequências do processo de periferização de Salvador, que associa carência de serviços e equipamentos urbanos, é a péssima condição de vivência e habitabilidade em alguns bairros, como Pirajá, o que caracteriza os impactos espaciais em ambientes construídos para habitação.


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