SÍTIOS DE ESTABELECIMENTOS E RELAÇÕES ALOMÉTRICAS EM POPULAÇÕES LENHOSAS DA CAATINGA

Autores

  • Luciano Silva Figueiredo UFRPE
  • Elba Maria Nogueira Ferraz Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnológica de Pernambuco (IFPE)
  • Maria Jesus Nogueira Rodal UFRPE
  • Rejane Magalhães de Mendonça Pimentel Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE
  • Elcida de Lima Araújo UFRPE

Resumo

Objetivou-se caracterizar e comparar a variação de tamanho e a forma das plantas de quatro populações lenhosas da caatinga, crescendo em duas diferentes condições de sítios (presença e ausência de riacho) em uma área de caatinga em Sertânia-PE. Foi realizado um censo dos indivíduos de quatro populações lenhosas em um hectare de área amostral, sendo mensurado a altura e o diâmetro do caule das plantas. Foi realizada análise de regressão linear para descrever e comparar a relação de forma das plantas entre os sítios. A influência dos sítios sobre a forma alométrica das plantas depende da espécie considerada. Apenas C. pyramidalis não mostrou diferença na forma das plantas entre os sítios. As populações de C. peltophorus e C. leucocephala formaram populações mais densas em locais mais secos. Ambas as populações apresentam indivíduos perfilhados, mas só C. peltophorus mostrou diferenças no tamanho entre os indivíduos perfilhados e não perfilhados. As populações de C. peltophorus e C. leucocephala alocam mais recursos para o aumento em altura quando crescendo em leitos de pequenos riachos, enquanto J. molissima exibe maior aumento em altura crescendo na ausência de riachos.

Biografia do Autor

Rejane Magalhães de Mendonça Pimentel, Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE

Doutora em Botânica, Especialidade em Fitomorfologia Funcional aplicada às Ciências Ambientais

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Publicado

10.11.2010

Como Citar

Figueiredo, L. S., Ferraz, E. M. N., Rodal, M. J. N., Pimentel, R. M. de M., & Araújo, E. de L. (2010). SÍTIOS DE ESTABELECIMENTOS E RELAÇÕES ALOMÉTRICAS EM POPULAÇÕES LENHOSAS DA CAATINGA. Revista De Geografia, 27(2), 155–167. Recuperado de https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistageografia/article/view/228821

Edição

Seção

Geografia Física