O FILME ENQUANTO GEOGRAFIA: PROPOSIÇÕES E INSIGHTS INICIAIS

Francyjonison Custódio do Nascimento

Resumo


Na busca do diálogo entre ciência e arte, este artigo, parte de uma pesquisa de Doutorado em andamento, trata da
relação entre Geografia e Cinema a partir do diálogo com os pressupostos teórico-metodológicos, os quais visam
extrapolar o entendimento do cinema como uma noção mimética da realidade. Partindo-se da ontologia
geográfica de Eric Dardel, concebe-se, então, o filme como uma geografia, entendendo que esta é uma maneira
de falar sobre a experiência humana sobre a Terra. Chega-se à conclusão que a experiência terrestre não se
resume a aspectos racionais, mas é transpassada também pela imaginação e por comunhões, sejam elas
espirituais-míticas ou emocionais; relevando a pertinência de se trabalhar com filmes de teor onírico.

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DOI: https://doi.org/10.51359/2238-6211.2018.234418

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