TEODORO SAMPAIO: UM PRECURSOR DA CRIAÇÃO SIMBÓLICA DO NORDESTE?

Alcindo José de Sá

Resumo


Como o próprio título sugere, o presente ensaio busca resgatar o geógrafo, ou melhor, o pensamento geográfico embutido no trabalho intelectual do “Engenheiro” Teodoro Fernandes Sampaio. Relevando a sua biografia e os seus escritos decorrentes da “expedição científica” ao rio São Francisco, em 1879, condensados na obra “O Rio São Francisco e a Chapada Diamantina”, destacaremos o quanto esse trabalho é imprescindível para a compreensão do espaço/tempo de sua elaboração, bem como o conteúdo prospectivo nele existente para entendermos o presente. Na perspectiva de entender os sertões, que posteriormente vieram se chamar de nordestinos, Teodoro Sampaio descortina questões ambientes, étnicas/culturais (jaguncismo, religiosidade, coronelismo), de geografia física, imprescindíveis às ações institucionais do seu tempo, visando a construção de um Brasil moderno e “civilizado”. Apesar de não ter atingido plenamente esses parâmetros, ao longo desses 129 anos, a vida e obra de Teodoro Sampaio nos lega um cabedal de referências que, seguramente, podem conduzir para a construção de um Brasil mais solidário e humano.

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