Evolução da contaminação por metais pesados em sedimentos em área estuarina do rio Capibaribe: uma revisão

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51359/2238-6211.2021.248266

Palabras clave:

Rio Capibaribe, Estuário, Metais pesados, Contaminantes, Sedimentos

Resumen

A região estuarina do rio Capibaribe vem a sofrer modificações no seu meio físico e químico devido à intensificação das ações antrópicas que interferem na dinâmica estuarina, ocasionando tanto a destruição na paisagem, quanto a adição de compostos e elementos tóxicos que prejudicam a biota local. Devido à rápida degradação da qualidade ambiental deste estuário, este trabalho apresenta uma revisão sobre a evolução das concentrações de metais pesados em sedimentos, com base em dados disponíveis na literatura nos últimos 20 anos. As pesquisas realizadas indicam que a região estuarina está contaminada por metais pesados (Al, Ag, As, Cd, Co, Cr, Cu, Fe, Hg, Mn, Mg, Ni, Pb, Zn). Particularmente os metais Ag, Cu, Pb e Zn possuem concentrações acima dos limites de segurança estabelecidos pelas agências internacionais e trazem efeitos adversos para a biota local. Os sedimentos localizados próximos ao centro do Recife são os mais impactados para a região do estuário do rio Capibaribe. Dessa maneira, existe a necessidade urgente de mais pesquisas quanto à origem desses metais e ações que busquem a remediação do ambiente contaminado e previnam mais impactos ao ecossistema representado pelo estuário do rio Capibaribe.

Biografía del autor/a

João Carlos Morais de Araújo Júnior, Universidade Federal de Pernambuco

Mestre em Geociências. Universidade Federal de Pernambuco.

Ricardo Pereira, Universidade Federal de Pernambuco

Professor do Departamento de Geologia e no Programa de Pós-Graduação em Geociências. Universidade Federal de Pernambuco.

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Publicado

2021-04-27

Cómo citar

Araújo Júnior, J. C. M. de, & Pereira, R. (2021). Evolução da contaminação por metais pesados em sedimentos em área estuarina do rio Capibaribe: uma revisão. Revista De Geografia, 38(1), 236–253. https://doi.org/10.51359/2238-6211.2021.248266