Quantificação e sazonalidade de ciclones extratropicais na região Sul e Sudeste do Brasil
DOI:
https://doi.org/10.51359/2238-6211.2026.268656Palavras-chave:
ciclogênese, reanálise, variabilidade climáticaResumo
Esta pesquisa teve como objetivo elaborar uma climatologia de ciclones extratropicais para o período entre 2000 e 2016, analisando suas características quantitativas e espaciais. Para isso, foram quantificados esses sistemas no Sul do Brasil, em uma área delimitada pelas latitudes de 15° S a 40° S e longitudes de 30° W a 60° W. A identificação dos ciclones foi feita utilizando dados de pressão atmosférica mínima da reanálise do Climate Forecast System Reanalysis (CFSR) e cartas sinóticas do Centro de Hidrografia da Marinha como suporte. Foi criado um banco de dados com as datas e as pressões mínimas dos ciclones, em dois horários diários (00 UTC e 12 UTC). Entre 2009 e 2011, observou-se a maior frequência de ciclones. A densidade variou sazonalmente: no verão, as principais áreas de ocorrência foram o Rio da Prata e a costa do estado do Rio Grande do Sul, além da costa do Sudeste; no outono, houve redução no Sudeste e aumento entre o Rio da Prata e o Rio Grande do Sul. No inverno e na primavera, a ocorrência predominou na região do Rio da Prata.
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