A Luta Social e a Reapropriação da Natureza nos Assentamentos Rurais do Alto Sertão Sergipano

Heloísa Thaís Rodrigues de Souza, Douglas Vieira Gois, Levison Júnior Pereira dos Santos, Rosemeri Melo e Souza

Resumo


O crescimento e a intensidade da pressão advindas dos movimentos de luta pela terra possibilitaram o entendimento do Estado brasileiro, em consonância com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e o MST, em assentar inúmeras famílias no campo. O Estado de Sergipe decorre de inúmeras ocupações de terra e na implantação de vários assentamentos rurais presentes principalmente na região do Alto Sertão Sergipano. Partindo dessa realidade, o presente texto tem por objetivo analisar os índices de desenvolvimento sustentável nos assentamentos de reforma agrária, do Alto Sertão Sergipano, evidenciando a (re) apropriação da terra e a busca pela sustentabilidade local através da luta dos movimentos socioterritoriais. Ademais, frente a conjuntura agrária brasileira, onde a expansão do agronegócio ameaça os territórios camponeses, a atuação dos movimentos socioterritoriais, com destaque para o MST, tem importância fundamental para a manutenção da conflitualidade que enseja o desenvolvimento territorial rural, onde os processos de ocupação engendram a luta pela conquista da terra/território, fonte de trabalho e vida dos camponeses.

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