RELAÇÕES DE PODER NA FORMAÇÃO DE RESIDENTES MULTIPROFISSIONAIS EM SAÚDE DA UFPE

Hercilia Melo do Nascimento, José Luis Simões

Resumo


Ao Estado pertence a incumbência de induzir políticas para o fortalecimento do Sistema único de Saúde (SUS) e de melhores condições de vida da população, no alcance de paradigma do cuidado fora do hospital. Em consonância, a Atenção Básica aponta em suas diretrizes a garantia da relação dos serviços de saúde com os equipamentos sociais do território, a intersetorialidade como estratégia para compreensão, amplitude e resolutividade das questões demandadas e/ou identificadas no exercício da profissão, além do comprometimento com a formação de agentes indutores da saúde. As Residências em saúde se constituem como dispositivos importantes para as políticas de formação de trabalhadores, por propiciar as trocas multiprofissionais e a adesão de outros programas que recebem estudantes.  OBJETIVO: No intuito de colaborar com o debate acerca da educação permanente em saúde, o presente estudo buscou compreender a Residência Multiprofissional em Saúde da Família da Universidade Federal de Pernambuco e as relações de poder instituídas na formação de sua primeira turma.

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Referências


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Revista Semana  Pedagógica ISSN 2595-1572 (on line)