COMPOSIÇÃO DE AMBIENTES NARRATIVOS DESCOLONIZADORES: INTER-RELAÇÕES ENTRE EXPERIÊNCIA, EDUCAÇÃO E SUBJETIVIDADE

Manuela Dias de Melo, Thiago Rodrigo dos Santos Antunes, Rui Gomes de Mattos d de Mesquita

Resumo


Introdução:A ciência moderna construiu seus procedimentos discursivos, firmando a objetividade, a verificação e a mensuração. Até o início do século XX, os paradigmas hegemônicos não consideravam o aspecto subjetivo como um tema importante. Ignorado, por muito tempo, ou percebido apenas como exemplificação metafísica do sujeito moderno. Uma das marcas distintivas da ciência moderna é a dicotomia entre objetividade e subjetividade, mente e corpo, através de uma depreciação da construção subjetiva. Outra cicatriz, ou poderíamos dizer, uma ferida ainda aberta, é a presença do elemento colonial (DUSSEL, 2005), que produz política de produção de submissão. O presente texto, proveniente de estudos em andamento, tem como objetivo pensar como os diferentes modos de inter-relações entre experiência, educação e subjetividade podem produzir limitações ou ampliar as potencialidades para composição de ambientes narrativos descolonizadores. A priori, a escolha pelo tema está relacionada à tentativa de entender melhor os processos de formação das constituições das identidades sociais e políticas do sujeito contemporâneo

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Referências


DUSSEL, Enrique. Europa, Modernidade e Eurocentrismo. in: LANDER, Edgardo (Org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais, perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: Clacso, 2005. FANON, Frantz. Pele negra, Máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008. GUATTARI, Félix. Caosmose: um novo paradigma estético. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa- Tomo III. Campinas: Papirus, 1997.


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Revista Semana  Pedagógica ISSN 2595-1572 (on line)