EMANCIPAÇÃO FEMININA NA EDUCAÇÃO POPULAR E PRÁXIS PEDAGÓGICA NA CPT NE 2: A PRODUÇÃO DE SENTIDOS DAS AGENTES DA EQUIPE LITORAL

Eduardo José dos Santos Dias, Lais Bonamigo, Aurenea Maria de Oliveira

Resumo


Introdução: Este trabalho objetiva, de modo geral, compreender se os sentidos que as agentes da Equipe Litoral, da Comissão Pastoral da Terra, atribuem à emancipação feminina constroem-se através de epistemologia construtivista. De modo específico, analisar os sentidos que atribuem à luta por emancipação feminina e identificar o modelo epistemológico da pedagogia realizada no trabalho de base. A CPT atua em movimentos sociais de luta pela terra. A educação popular, dessa forma, gira em torno das bandeiras de luta dos camponeses, mas sustenta-se pela articulação entre setores da classe média e trabalhadores. Considerando que há uma categoria epistemológica (apriorista, empirista ou construtivista) para cada modelo pedagógico, o problema de pesquisa formula-se da seguinte maneira: a perspectiva de práxis pedagógica da educação popular, que pressupõe epistemologia construtivista, expressa-se no modo como as agentes atribuem sentido à noção de emancipação feminina?

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Referências


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FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 56 ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2014; MINAYO, Maria C. S. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 33 ed.Vozes: Petrópolis, 2013.


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Revista Semana  Pedagógica ISSN 2595-1572 (on line)