Aplicativos de Gestão Financeira: Um estudo exploratório

Anny Carolyny Barbosa Santos da Silva, Brenna Mikaela Lima Coelho, Francisco Carlos Lopes da Silva

Resumo


O presente artigo tem por objetivo realizar um estudo sobre as finanças pessoais e como as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) podem ser facilitadoras no controle e planejamento delas. O trabalho se justifica dada a importância da educação financeira diante do cenário econômico atual e o constante avanço tecnológico na vida das pessoas e organizações. Para isso, de março a maio de 2019, foi desenvolvida uma investigação exploratório descritiva de aplicativos gratuitos disponíveis na web aliada a uma pesquisa sobre o uso de aplicativos com usuários, no qual foram empregados dois meios para coleta de dados: aplicação de questionário estruturado com usuários de aplicativos (apps) de gestão financeira; e identificação, download, análise e caracterização dos aplicativos na web. Como resultados obteve-se um perfil dos usuários, e em seguida uma caracterização e descrição dos aplicativos, bem como uma classificação dos aplicativos em função do número de funcionalidade e levantamento de hipóteses explicativas.

Palavras-chave


Aplicativos; Educação Financeira; Tecnologia da informação e comunicação.

Texto completo:

PDF

Referências


Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. (2017). O raio X do investidor brasileiro. Recuperado de https://cointimes.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Relatorio-Raio-X-Investidor-PT.pdf.

Bitencourt, C. M. G. (2004). Finanças pessoais versus finanças empresariais (Dissertação de Mestrado). Programa de Pós-graduação em Economia, Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, RS, Brasil.

Boesing, M. J. I. (2013). Avaliação de usabilidade entre sistemas operacionais móveis (Trabalho de Conclusão de Curso). Universidade do Vale de Itajaí, Santa Catarina, SC, Brasil.

Buckley, R. P., & Webster, S. (2016). Fintech in developing countries: Charting new customer journeys. Journal of Financial Transformation, 44, 151-159.

Bukht, R., & Heeks, R. (2017). Defining, Conceptualising and Measuring the Digital Economy. Development Informatics (Working Paper No. 68). Recuperado de https://ssrn.com/abstract=3431732 ou http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.3431732.

Projeto de Lei n. 7318/2017. Altera os artigos 26, 32 e 36 da Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir a disciplina “Educação Financeira” na matriz curricular nacional no ensino fundamental e médio. Recuperado de https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2128440.

Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.BR). (2016). Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nos domicílios brasileiros (livro eletrônico): TIC domicílios 2015. Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (editor). São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2016. Recuperado de https://www.cetic.br/media/docs/publicacoes/2/TIC_Dom_2015_LIVRO_ELETRONICO.pdf.

Claudino, L. P., Nunes, M. B., & Silva, F. C. (2009). Finanças pessoais: um estudo de caso com servidores públicos. In Anais do Seminário em Administração. Faculdade de Administração e Economia, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil, 12.

Coelho, T. R. (2014). ICT4D: A inovação e o desempenho na perspectiva das capacidades de Sen (Dissertação de Mestrado). Programa de Pós-graduação em Administração, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, Paraná, PR, Brasil.

Colce, C. A. S. (2017). Moeda digital de Moçambique (Tese de Doutorado). Instituto Superior de Gestão (ISG), Lisboa, Portugal.

Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. (2020). Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Recuperado de http://www.cnc.org.br/editorias/economia/pesquisas/pesquisa-de-endividamento-e-inadimplencia-do-consumidor-peic-marco-0.

Coutinho, G. L. A. (2014). Era dos Smartphones: um estudo exploratório sobre o uso dos Smartphones no Brasil (Trabalho de Conclusão de Curso). Faculdade de Comunicação, Universidade de Brasília – UnB, Brasília, DF, Brasil.

Cunha, M. A. V. C., & Miranda, P. R. M. (2013). O uso de TIC pelos Governos: uma proposta de agenda de pesquisa a partir da produção acadêmica e da prática nacional. Organizações & Sociedade, 20(66), 543-566.

Cybis, W., Betiol, A. H., & Faust, R. (2007). Ergonomia e usabilidade: conhecimento métodos e aplicações. São Paulo: Novatec.

Federação Brasileira de Bancos. (2017). Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2017. Recuperado de https://cmsportal.febraban.org.br/Arquivos/documentos/PDF/Pesquisa%20FEBRABAN%20de%20Tecnologia%20Banc%C3%A1ria%202017_final.pdf.

Feijó, V. C., Gonçalves, B. S., & Gomez, L. S. R. (2013). Heurística para avaliação de usabilidade em interfaces de aplicativos smartphones: utilidade, produtividade e imersão. Design e Tecnologia, 3(6), 33-42.

Meirelles, F. (2019). 30ª Pesquisa Anual do FGVcia da FGV/EAESP. Recuperado de https://eaesp.fgv.br/sites/eaesp.fgv.br/files/noticias2019fgvcia_2019.pdf.

Garson, M. (2019). O conceito de convergência e suas armadilhas. Galaxia (São Paulo, online), 40, 57-70. Recuperado de http://dx.doi.org/10.1590/1982-25542019135324.

Ginsburg, S. (2010). Designing the iPhone User Experience: a user-centered approach to sketching and prototyping iPhone apps, Addison-Wesley.

Halfeld, M. (2001). Investimentos: como administrar melhor seu dinheiro. São Paulo: Fundamento.

Heeks, R. (2010). Do information and communication technologies (ICTs) contribute to development? Journal of International Development, 22(5), 625-640.

Hill, N. (2009). Quem pensa enriquece. São Paulo: Fundamento Educacional.

Jack, W., & Suri, T. (2011). Mobile money: the economics of m-pesa (NBER Working Paper No. 16721). Recuperado de https://www.nber.org/papers/w16721.pdf.

Joia, L. A., & Santos, V. J. C. (2017). From closed source to open source software: Analysis of the migration process to Open Office. The Journal of High Technology, 28(2), 261-272.

Pedrosa, J., & Do, Q. T. (2011). Geographic distance and credit market access in Niger. African Development Review, 23(3), 289-299.

Santos, D. B., Mendes-da-Silva, W., & Gonzalez, L. (2018). Déficit de alfabetização financeira induz ao uso de empréstimos em mercados informais. Revista de Administração de Empresas, 58(1), 44-59.

Santos, R. S. D. (2018). Análise do crescimento e da concentração do mercado de microsseguros no Brasil (Trabalho de Conclusão de Curso). Faculdade de Ciências Econômicas, Curso de Ciências Atuariais, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, RS, Brasil. Recuperado de https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/188254.

Silva, F. C. L., Ferreira, L. Q., Siqueira, E. S, & Souza, C. A. (2019). Transformação Digital das Seguradoras no Brasil: Uma possibilidade para Inclusão Financeira. In Anais Twenty-fifth Americas Conference on Information Systems, Cancun, México.

Siqueira, E. S. (2020). Capitalismo de plataforma, (micro)finanças e a relação dialética entre controle e resistência no trabalho dos microempreendedores da Sulanca (Tese de doutorado). Escola de Administração de Empresas de São Paulo, Fundação Getúlio Vargas, FGV, São Paulo, SP, Brasil. Recuperado de https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/2203.

Siqueira, E. S, & Diniz, E. H. (2018). Desafiadoras e Incumbentes? Uma análise das estratégias retóricas no surgimento e na institucionalização das Fintech. In Anais Latin American and European Organization Studies LAEMOS 2018, 6, 1-15, Buenos Aires, Argentina.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial 4.0 Internacional.