O RECIFE E SUA "INSULARIDADE SOCIAL": MEDO, FRAGMENTAÇÃO, ESPAÇO PÚBLICO E A ORDEM URBANA PÓS-POLÍTICA

Otávio Augusto Alves dos Santos

Resumo


Este trabalho busca sintetizar algumas das principais ideias presentes na tese de doutoramento do autor, cujo objetivo foi apontar as nuances da fragmentação do espaço no Recife com base no estudo da vida entre-muros. Pretendeu-se com esta tese oferecer uma interpretação crítica da realidade urbana desta cidade, demonstrando que o caráter geomorfológico insular sobre o qual a cidade inicialmente se edificou acabou permanecendo no transcurso do processo histórico de produção de seu espaço, assumindo atualmente o que o autor tem chamado de “insularidade social”. Ao final, conclui-se que a referida insularidade social tem se dado na esteira de um processo de pulverização do espaço e da esfera pública, bem como pela difusão do sentimento do medo, de enclaves fortificados e pela consequente irrupção de modelos apolíticos de gestão urbana, pautados no consenso, o que via de regra tem levado à constituição de uma condição pós-política

Palavras-chave


Fragmentação; Insularidade social; Pós-política

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