O iluminismo maduro como alternativa à queda da modernidade: uma leitura das relações entre verdade científica e relativismo moral

Clóvis Falcão

Resumo


Na filosofia, em particular na filosofia do direito, são recorrentes os movimentos contra o domínio da técnica sobre elementos culturais. Frequentemente, os argumentos atacam uma concepção iluminista ou cartesiana do conhecimento, para a qual haveria verdades absolutas e o método mais adequado para alcançá-las (ou, ao menos, prová-las) seria a dedução lógica. As críticas continuam, afirmando que as verdades, hoje, são relativas e construídas na linguagem e na história, sendo assim incapazes de submissão a um esquema racional-dedutivo como a modernidade cartesiana propõe. A superação do paradigma moderno supõe a vigência de um paradigma epistemológico que flerta com o relativismo. Este texto vem mostrar, a partir de algumas ideias do autor Ian Shapiro, que é possível ver de forma diferente a concepção moderna da ciência, pois o projeto da modernidade já teria suposto os elementos relativistas que hoje são usados para rejeitar o ideal iluminista de progresso cultural e moral através da técnica.


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