Formas do azul
DOI:
https://doi.org/10.51359/2763-8693.2024.261762Palavras-chave:
Desenho contemporâneo, Coleção, Natureza, FicçãoResumo
A série Formas do azul é composta por desenhos realizados em lápis de cor azul sobre pedaços de papéis envelhecidos, e foi construída a partir de coletas feitas em caminhadas por diferentes praias. Reunindo os vestígios das paisagens, são realizados exercícios de desenho em um movimento dialético entre observação e expressão. Como referências teóricas, a série se articula a conceitos de imaginação e atenção em Tim Ingold, natureza em Emanuele Coccia, infância e colecionismo em Walter Benjamin, em um exercício lúdico de atenção às formas da natureza e construção de sentidos através do desenho.
Referências
BENJAMIN, W. Rua de mão única: infância berlinense: 1900. Tradução dE João Barrento. 1. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2020.
COCCIA, E. A vida das plantas: uma metafísica da mistura. Tradução de Fernando Scheibe. Florianópolis: Cultura e Barbárie, 2018.
INGOLD, T. O dédalo e o labirinto: caminhar, imaginar e educar a atenção. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, n. 44, p. 21-36, 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-71832015000200002. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ha/a/fGyCC7jgq7M9Wzdsv559wBv/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 14 jun. 2024.
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